Quem somos...

Sakura Centro de Terapias Para poder realizar a sua Vida, na plenitude das suas capacidades, o Ser Humano tem o direito e o dever de se cuidar e de se preservar. Para tal, os cuidados preventivos, de tratamento e manutenção, com a Saúde, revestem-se de especial atenção. Sakura surge com o intuito de lhe oferecer um vasto leque de opções terapeuticas- bem estar, prevenção e tratamento

29 de janeiro de 2009

Workshop Constelações Familiares


WORKSHOP CONSTELAÇÕES FAMILIARES


14 e 15 Fevereiro 2009


Sábado : 11h - 14h e 15h - 19h
Domingo: 10h -14h





Terapia de grupo dirigida ao entendimento e resolução de situações de desarmonia existentes na estrutura familiar.
Muitas vezes, sentimos que não evoluimos, que transportamos cargas que não conseguimos explicar e libertar, não temos estabilidade emocional, e temos dificuldades nos variados tipos de relacionamentos e estruturas de grupo que experienciamos nas nossas vidas. Quase sempre, a causa original está nessas desarmonias existentes na estrutura familiar
As sessões desta abordagem terapêutica são processadas com um número mínimo de 8 participantes, que ao longo da mesma desempenham vários papéis, como aliás na vida. Cada participante expõe as situações que gostaria de entender melhor e resolver, e escolhe nos outros elementos do grupo, os papéis que eles vão assumir de membros da sua família. A partir daí, o que se desenvolve é realmente…mágico.
Tudo o que decorre em cada sessão é absolutamente sigiloso, e é estabelecida pelo grupo a frequência das sessões. Cada um é livre de sair e retornar quando quiser, sendo o grupo aberto sempre a todos os que quiserem entrar.
Instituto Paradisia


Inscrições:
sakura.centroterapias@gmail.com * 917433609
(inscrições até dia 12 .02.09)

28 de janeiro de 2009

Reflexão para o fim de semana...

Após leitura do livro «A Técnica Alexander» - Richard Brennan, Editorial Estampa, 1994, resolvemos partilhar com vocês algumas ideias interessantes sobre as atitudes física, mental e emocional para com a vida:

Muitas tensões que terão passado despercebidas durante meses ou até anos são, muitas vezes, responsáveis por incómodos e dores que aumentam com a idade. Como qualquer médico lhe dirá, o stress pode estar na origem de muitas doenças, tanto físicas como mentais; no entanto, pouco fazemos para descobrir de onde vêm, antes de mais nada, essas tensões.

O simples facto de estarmos de pé ou de nos sentarmos de maneira desequilibrada levará certos músculos a ficar sob um stress constante. Se estes modos de estar de pé ou sentado se transformarem em hábito, mais cedo ou mais tarde teremos de pagar o preço que, por vezes, é realmente bem elevado. Outros efeitos de uma postura incorrecta e de uma má coordenação são a tensão alta, a enxaqueca, a asma, a artrite, a depressão e a insónia.
Muitos dos métodos modernos para resolver esses problemas implicam o uso de medicamentos poderosos destinados a suprimir os sintomas dolorosos; esses medicamentos têm, muitas vezes, efeitos secundários nocivos. Mas raramente procuramos, antes de mais, a razão porque padecemos.

Noutros métodos vemos que não estamos a aprender nada de novo; pelo contrário, estamos a desaprender - «se deixarem de fazer o que está errado, o certo acontecerá automaticamente». Alimentamos, ao longo dos anos, muitos hábitos com os quais nos sentimos bem, apesar de, às vezes, eles representarem uma fonte de tensão. Raramente prestamos grande atenção a nós próprios, para além dos aspectos relacionados com o nosso visual. Muitos dos nossos actos vulgares do dia-a-dia, tais como sentar, estar de pé ou andar, têm de voltar a ser aprendidos; é natural que os novos movimentos causem, ao princípio, grande estranheza.
A forma habitual como nos movemos pode estar na origem de muitas tensões, tantas vezes desencadeadoras de mal-estar e dor.


Quase todos nós gastamos muito pouco tempo a, simplesmente, «ser», estamos sempre a fazer isto ou aquilo das nossas preenchidíssimas agendas.
Seres humanos ou operadores humanos?


A dor é outra das principais razões que obrigam as pessoas a olhar para si próprias, quando, no entanto, os sinais de tensão já se fazem sentir há muitos anos. A maioria de nós anda demasiado atarefada para reparar, sequer, na tensão e, quando o nosso corpo começa a falhar, somos muitas vezes apanhados de surpresa. Se aprendermos a estar mais conscientes de nós mesmos, talvez sejamos capazes de escapar a muitos males que aparecerão mais tarde.
Só possuímos este corpo; portanto, o modo como o utilizamos é da maior importância. É frequente cuidarmos da nossa casa ou do nosso carro melhor do que fazemos em relação a nós mesmos; porém, tanto a casa como o carro podem ser substituídos – os nossos corpos, não.

É necessário compreender que a rigidez num conjunto de músculos irá afectar, quase sempre, o equilíbrio de todo o corpo. Corrigida a postura, verificará que os movimentos se tornam mais fáceis e que sente uma leveza que já não experimentava desde a infância. Começamos a realizar actividades com maior eficiência e, consequentemente, chegamos com muito mais energia ao fim do dia.
A habitual maneira de estar que tanto de nós são encorajados a adoptar desde idade muito precoce, tende a afectar o nosso bem-estar físico, mental e até espiritual. Tal levará a defeitos como as frustrações, a raiva, a falta de confiança e uma sensação generalizada de insatisfação relativamente à vida em geral. Estes estados de espírito começarão, por sua vez, a tornar-se habituais.


Normalmente o corpo é muito resistente e só depois de anos e anos de maus-tratos é que, finalmente declara «já não aguento mais!» e os sintomas de mau uso se manifestam

Se corrigirmos os nossos erros ainda em fase inicial, antes de os sintomas se manifestarem, poderemos evitar muitos dos problemas que costumam acometer-nos. Se, apesar de tudo, for paciente, começará gradualmente a reparar em alterações na sua maneira de actuar. Isso ajudará o corpo a trabalhar mais eficazmente e do modo para o qual foi concebido. Um pouco de reflexão antes de agir pode poupar-nos muita dor ou mal-estar.
As pessoas querem mudar mas, no entanto, têm vontade de ficar na mesma. Muitos desejam curar determinado problema ou conhecer-se a si próprios mais profundamente mas, apesar disso, não alteram a sua maneira de se mover e, sobretudo, a sua atitude mental perante a vida.

George Orwell disse uma vez que, quando se chega aos 40 anos, tem-se a cara que se merece. Talvez o mesmo aforismo possa ser aplicado ao corpo.
Se usarmos 5 vezes mais de energia que aquela que necessitamos para nos movermos, pouco surpreenderá que, depois de um dia cheio de azáfama, só tenhamos força para nos deixarmos «cair em cima da cama!».
Só temos um corpo nesta vida; portanto, vale a pena cuidarmos bem dele.


Como prevenção dos futuros problemas de saúde, uma apólice de seguro bem menos dispendiosa do que as que vigoram presentemente no mercado, no Sakura encontra um vasto leque de opções terapeuticas- bem estar, prevenção e tratamento para cuidar do corpo, da mente, da alma...

23 de janeiro de 2009

Oficina Origami S.Valentim



A Arte do Origami

Ori significa papel e kami significa dobrar, portanto Origami é a arte de dobrar papel. Arte vem de artus que significa fazer bem feito, com perfeição e excelência. É um acto de organização estética e de domínio do conhecimento. Fazer as coisas com arte significa colocar amor no que se está a fazer, ou seja, colocar um pouco de magia naquilo que se faz.

O Origami é uma técnica tradicionalmente conhecida, essencialmente na China e no Japão.Não há exactidão sobre o motivo da origem desta arte mágica de dobrar papel, que foi passando de geração em geração, chegando até nós.

É importante reconhecer que apenas com um simples pedaço de papel, dobrado e desdobrado,podemos criar e inovar, formando figuras diferenciadas. Transformar um papel num pássaro,numa borboleta, num barco, apenas mencionando algumas das formas tradicionais, pois há uma infinidade de outras formas e figuras.

A possibilidade de criação com o Origami é enorme, pois podem-se fazer maravilhosas e originais figuras, pequenas obras-mestras que além de serem atraentes ao olhar, são também úteis para enfeites, para realizar trabalhos em equipa, etc.

O convite para entrar neste mundo mágico do Origami é levar cada pessoa que se dedica a este trabalho, a se expressar cada vez com maior exactidão, com concentração e paciência, procurando aprimorar a sua qualidade e criatividade.

Podem-se construir figuras simples e complexas, com papéis pintados (mesmo por nós),coloridos ou impressos, muitos deles na maioria das vezes inutilizados (papeis de revistas).

Podem-se dobrar animais, flores, objectos diversos com uma variedade de construções e ideias criativas dos origamistas, transformando-os num presente para os olhos, para a mente e para os sentimentos.

21 de janeiro de 2009

Meditação funciona?



Meditação funciona?

" Para quem não pretende fazer uma mudança tão radical, há outros recursos para encontrar a paz sem sair das grandes cidades. O mais pesquisado nos últimos anos tem sido a meditação. Os mais respeitados centros de estudo do mundo avaliam seus efeitos sobre a saúde. As pesquisas já comprovaram que a prática aumenta a produção de endorfinas (hormônios que reduzem o stresse e auxiliam no combate a dores). E isso promove uma sensação de bem-estar com repercussões fisiológicas e psicológicas.

A meditação reduz a ansiedade, ajuda no combate à depressão e melhora os níveis de atenção,Segundo pesquisas realizadas na Unidade de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
O psicólogo José Roberto Leite, coordenador do departamento, investiga o papel da meditação e de outras práticas alternativas desde os anos 90. "Era céptico, mas tive de me render. Hoje, esse é um assunto de relevância internacional", diz Leite. No início dos estudos, Leite trouxe dois hindus para ensinar as técnicas. Confessa que se sentia envergonhado ao andar pelos corredores da universidade com seus "estranhos" objectos de estudo.

As pesquisas sobre meditação são levadas a sério nas principais universidades do mundo. Elas analisam os efeitos da prática nas mais variadas condições: desordens alimentares, diabetes, artrite reumatóide, doenças coronarianas, menopausa.
A meditação não é um elixir mágico. "Assim como os remédios não funcionam para toda a gente, a meditação também não serve para todas as pessoas", diz a pesquisadora Elisa Kozasa, da Unifesp.
Mas as evidências favoráveis já reunidas levaram o Ministério da Saúde a estimular a prática de meditação nos postos de saúde e nos hospitais do SUS.

O corpo reage quando confrontado com uma ameaça real ou imaginária.
E a saúde sofre.


Existem várias formas de meditação, mas todas têm o objetivo de esvaziar a mente. A mais simples é aquela em que o praticante foca a atenção no movimento da respiração.



É essa que as mulheres da Vila Nova Cachoeirinha praticam. Às 7 horas da manhã, elas se acomodam na posição de lótus sobre colchonetes azuis na salinha improvisada e ouvem as instruções da anestesista Katia Silva, coordenadora do Departamento de Medicina Chinesa do hospital. "A cidade é cheia de atropelos, violência, ansiedade, trabalho exaustivo. A mente fica cheia de expectativas. Agora é hora de esvaziá-la", diz Katia. Um sininho ecoa pela sala e, por 20 minutos, faxineiras, donas de casa, cabeleireiras encontram um tempo só para elas. Em geral, esse é o único período do dia que é só delas.

Nem todas conseguem se concentrar. Abrem os olhos, movem o pescoço num esforço evidente de espantar os pensamentos. Meditação é disciplina, e uma das mais disciplinadas é Mozana Jesus Rodrigues. Aos 35 anos, ela tem cinco filhos, uma neta e outra a caminho. Demandas de todos os lados. Mas hoje os problemas parecem pequenos perto do peso que ela carregava há um ano. Sofria de depressão e síndrome do pânico quando foi encaminhada pelo médico ao grupo de meditação.
"Aprendi a respirar e sinto uma paz interior enorme quando estou aqui. Meu dia fica óptimo", afirma.
Mozana libertou-se dos antidepressivos e voltou ao trabalho. Ensina meditação às clientes que despejam sobre ela histórias cabeludas. "Sou a psicóloga do Jardim Guarani", diz, referindo-se ao bairro periférico onde funciona seu salão. "Elas vêm stressadas, e eu passo essa paz." Quando o cansaço pesa, Mozana trabalha quieta, acomoda a língua no céu da boca e respira longamente. Ninguém percebe que ela está em outra.

Esse estado é objecto de estudo de reconhecidos neurocientistas. Eles querem entender até que ponto a meditação é capaz de alterar a estrutura física do cérebro.
Um dos principais investigadores é Richard Davidson, da Universidade de Wisconsin-Madison. Ele submeteu monges tibetanos a exames de ressonância magnética durante a meditação. As imagens indicaram maior utilização do córtex frontal.
Ao mesmo tempo, o eletroencefalograma apontava maior quantidade de ondas do tipo alfa. Essas ondas são relacionadas a um estado chamado de atenção relaxada: a mente está concentrada, mas a pessoa se sente relaxada. É o oposto do estado letárgico, sonolento.
Em outra pesquisa, a americana Sara Lazar, do Hospital Geral de Massachusetts, verificou que o córtex frontal de quem praticava meditação havia oito anos era mais espesso. Essa é a região do cérebro responsável pelo raciocínio, pela atenção e pelo controle das emoções.

"A meditação não parece criar mais neurônios nem aumentar as conexões entre eles. Mas as conexões já existentes se tornam mais fortes, e o cérebro fica mais eficiente", diz a jornalista americana Sharon Begley. Aos 50 anos, ela é especializada em ciência e trabalha na revista semanal Newsweek. Há anos acompanha as pesquisas sobre meditação e acaba de lançar nos Estados Unidos o livro Train Your Mind, Change Your Brain (Treine Sua Mente, Mude Seu Cérebro). "

in Revista Época Edição nº 459

19 de janeiro de 2009

Publicações Maitreya


É com imenso prazer que o Sakura divulga a sua nova parceria com as Publicações Maitreya.
A Editora Publicações Maitreya foi criada para o estudo e a transmissão da sabedoria universal.
Foram criadas várias colecções, entre elas, a “Missão Lusa”, que acolhe as obras de Maria. A “Luz do Oriente” visa divulgar textos clássicos da literatura espiritual do Oriente, ou seja, obras religiosas filosóficas e metafísicas do Hinduísmo, Jainismo, Budismo, Islamismo etc. E finalmente a colecção “Luz do Ocidente” que visa incentivar o estudo e a divulgação de obras da literatura portuguesa e tradição ocidental, nomeadamente a cristã.
Objectivo - unidade entre os seres através da cultura e da espiritualidade e aspira contribuir para a fraternidade e paz universal.

O Sakura tem ao vosso dispôr os livros desta Editora.
Para mais informações p.f. contactem-nos sakura.centroterapias@gmail.com



Livro do Mês
A CURA PELO KI
de Toshihiko Yayama
ISBN: 978-989-95077-8-4
Idioma: Português
1ª edição (2007)
Formato: 14x21
N. Pág.: 189
Encadernação: Cartonada
Catálogo: Luz do Oriente
Preço: 20,00 €

"O Chi Kung é uma arte de desenvolvimento pessoal que surgiu na China há mais de 5000 anos como parte da Medicina Tradicional Chinesa, baseada em exercícios físicos, respiratórios, mentais e espirituais.
O seu exercício regular melhora a saúde, harmoniza os sistemas energéticos, aumenta o fluxo e a qualidade da energia vital (Ki, Chi, Prana) para os órgãos internos e promove a vitalidade física e mental.
É uma meditação activa que torna mais claras as vivências interiores e auxilia a expansão da consciência.
No Chi Kung os exercícios são suaves e o prazer e o bem-estar são referências para a qualidade da prática.
O Chi Kung é uma disciplina de base para todas as actividades humanas, que também é chamado Yoga Taoista.
Todos, independentemente da idade e condição física, podem praticar Chi Kung com vantagem e sem contra-indicações."

14 de janeiro de 2009

A causa do stress são os nossos pensamentos..?!


Há muito tempo que se sabe que pensamentos e sentimentos podem afectar a saúde. Mas a ciência do século XXI revela que ansiedade, medo ou optimismo não são apenas sentimentos. São estados fisiológicos capazes de afectar a saúde, tanto quanto a obesidade ou a prática de exercícios físicos.

Esse é o foco de interesse da medicina mente-corpo, uma área desbravada nos anos 70 pelo americano Herbert Benson, fundador do Instituto de Medicina Mente-Corpo do Hospital Geral de Massachusetts, ligado à Universidade Harvard.
Aos 71 anos, Benson ainda é a grande autoridade nesse campo.O desafio de seu grupo e de seus seguidores pelo mundo é mapear os fenómenos que ligam estados mentais a doenças.

Como os pensamentos influenciam a saúde e o bem-estar?
A libertação excessiva de noradrenalina, adrenalina e cortisol, causada pelo stresse, está associada a muitas doenças. O cortisol, por exemplo, enfraquece o sistema imunológico. A adrenalina afecta a ovulação e interfere na fertilidade. E a causa do stresse são os nossos pensamentos. Mas é possível mudá-los.
Herbert Benson

A base dessa área da ciência em franca expansão é a resposta do organismo ao stresse.
Essa resposta foi encontrada há mais de 90 anos pelo fisiologista americano Walter Cannon. Trata-se de um instinto: quando confrontado com uma ameaça - real ou imaginária -, o corpo reage. A pressão arterial sobe, a frequência cardíaca e a respiratória aumentam, os músculos ficam tensos.

Hoje, os cientistas sabem que essa resposta ao stresse envolve hormônios que podem desencadear desde uma simples dor de cabeça até um enfarte. O principal hormônio envolvido nesse processo é o cortisol. Ele é benéfico quando o stresse é passageiro. A substância nos deixa em estado de alerta, o que nos permite enfrentar a ameaça ou fugir dela.

Mas, se o stresse for crónico, o cortisol circula em grandes quantidades na corrente sanguínea. É aí que mora o perigo. Cortisol em excesso aumenta o risco de aterosclerose (acumulação de gordura nas paredes das artérias), aumenta a pressão arterial, enfraquece glóbulos brancos e, com isso, reduz a capacidade do organismo de lutar contra doenças.

O stresse agudo é um mecanismo fundamental para a sobrevivência da espécie humana. Ele nos prepara para fugir ou enfrentar o perigo. Mas, quando se torna crônico, o corpo sofre .

Como o sistema funciona
Quando o cérebro registra uma ameaça em potencial (um estrondo, por exemplo), ele ordena que o organismo entre em acção













1 - Hipótalamo
Em resposta ao sinal de alerta, ele liberta um hormônio que estimula a glândula pituitária
2 - Glândula Pituitária
Ela produz uma molécula que viaja até as glândulas adrenais, localizadas acima dos rins
3 - Glândulas Adrenais
Elas liberam cortisol, o hormônio do stresse. Essa substância mantém elevados os níveis de glicose no sangue. É a energia de que o corpo precisa para agir

Resposta imediata
As glândulas adrenais também produzem epinefrina, substância que eleva a frequência cardíaca e a pressão arterial. As pernas e os braços recebem sangue extra
Alerta permanente
É difícil controlar a resposta do organismo ao stresse quando se trata de um incomodo persistente: um chefe intragável, o trânsito parado, a insegurança das grandes cidades. O sistema fisiológico de alerta funciona sem parar. Surgem as doenças

Os "estragos"
Depois de anos de activação, a resposta ao stresse faz o corpo desmoronar. Alguns dos sintomas mais comuns:
• Dificuldade de memória
• Sistema imunológico enfraquecido
• Hipertensão
• Úlceras no estômago
• Problemas dermatológicos
• Dificuldades digestivas

O que é possível fazer?

Procurar relaxar. Não importa a ferramenta utilizada. O que importa é relaxar, equilibrar-se, estar em paz.
Os cientistas acreditam que o corpo produz mais óxido nítrico quando está profundamente relaxado. Esta molécula actua como um antídoto contra o cortisol. Há vários caminhos recomendados para atingir esse estado: técnicas de relaxamento, meditação, respiração. Convívio social, religiosidade e altruísmo também funcionam para algumas pessoas. O desafio de cada um é encontrar sua válvula de escape.

"O que dá segurança diminui o stresse", diz Gilberto Xavier, professor do Laboratório de Neurociência e Comportamento do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. "A pessoa pode acreditar que é forte por causa da religião ou porque tem uma boa alimentação. Não importa o instrumento usado para combater o stresse. O que importa é encontrá-lo", afirma Xavier.


in Revista Época | Edição nº 459

13 de janeiro de 2009

Constelações Familiares


O que é?
As Constelações Familiares pretendem trazer ao consciente muitas das razões e dos problemas que nos afectam no nosso dia a dia sem que tenhamos qualquer consciência deles.
Visam criar uma constelação (agrupamento ou conjunto - que pode ser a família ou outra situação) por forma a que se encontre a harmonia entre as pessoas ou situações.
Através das constelações compreendemos que muitos dos nossos problemas físicos e emocionais muitas vezes não têm origem em nós mas em situações que existem ou que existiram na nossa família,dos quais muitas vezes nem temos conhecimento.
Entender como eles nos afectam é um meio de podermos fazer algo acerca do nosso bem estar e da nossa vida.

A quem se destina?
Todos nós podemos obter benefícios efectivos desta terapia, visto que raramente somos aceites na nossa própria família tal como somos na realidade. Como podemos
vingar como indíviduo no seio familiar quando é a própria família que castra essa individualidade?

Indicações para constelar:
- Depressões que paralisam a vida quotidiana;
- Fracasso ou ameaça de fracasso nos relacionamentos
Os próprios filhos sofrem e nós sofremos com eles
- As coisas na sua vida não avançam apesar de todo o trabalho e empenho que coloca
- Acidentes ou doenças frequentes inquietam
- Uma grave doença da própria pessoa ou de algum parente leva a pessoa a atingir o limite de suas forças físicas e espirituais
- Um vício prende a própria pessoa ou alguém muito próximo, destruindo o relacionamento e a própria vida;
- Não percebe porque atrai as pessoas erradas para a sua vida
- Mortes não superadas
- O planeamento de vida fracassou

As constelações familiares podem possibilitar a compreensão e dar respostas para estas e muitas outras questões


Como funciona?
Um conjunto de pessoas representam e recriam uma situação a resolver, de forma a encontrarem as respostas aos problemas com que a pessoa se debate.

Numa constelação o paciente tem a oportunidade de conhecer a sua "imagem interior" de sua família de origem ou da família actual.
Para isso, escolhe para si e para sua família pessoas do grupo de trabalho como representantes. Então o paciente posiciona essas pessoas umas em relação às outras como ele sente que elas estão ou estiveram.
Desta forma recria uma constelação de acordo com a sua "imagem interior" para que consiga ver e sentir aquilo que está errado e dessa forma se encontre a melhor solução

Este método não requer que a família esteja presente.


Sábado 31.01.2009

Workshop Constelações Familiares- Instituto Paradisia

-Sábado : 11h - 14h e 15h - 19h
-Domingo: 10h -14h
Mínimo: 7 pessoas Máximo: 15 pessoas
Custo: 90€


Inscrições: sakura.centroterapias@gmail.com - 917433609

12 de janeiro de 2009

Oficina Origami Infantil



Ori significa papel e kami significa dobrar, portanto Origami é a arte de dobrar papel. Arte vem de artus que significa fazer bem feito, com perfeição e excelência. É um acto de organização estética e de domínio do conhecimento. Fazer as coisas com arte significa colocar amor no que
se está a fazer, ou seja, colocar um pouco de magia naquilo que se faz.
A possibilidade de criação com o Origami é enorme, pois podem-se fazer maravilhosas e originais figuras, pequenas obras-mestras que além de serem atraentes ao olhar, são também úteis para enfeites, para realizar trabalhos em equipa, etc.

Experiência Pessoal

“O trabalho com Origami contribui para o desenvolvimento cognitivo da criança e consequentemente ajuda-a a desenvolver a aprendizagem de qualquer conteúdo curricular"

De um modo geral, o professor normal não tem estas capacidades especiais, pois durante a sua formação não teve contacto com o Origami, para além de que esta não é uma habilidade que possa ser aprendida em minutos, folheando as páginas de um livro antes de ir para a aula.
Apenas alguém que tenha desenvolvido a sua perícia no Origami (e a sua capacidade de
ensinar Origami) pode transmitir às crianças o entusiasmo por esta arte.
Assim, foi o que me propus fazer nos anos em que leccionei no ensino básico, pois acreditoque a arte do Origami é uma forma de desenvolvimento muito rica. Para além de ter sidocriado um interesse geral nas crianças e um aumento da sua concentração (muitas delas comproblemas de comportamento), esta técnica enriqueceu em muito a aula, tornando-a mais interessante e divertida. Aproximou também muito mais os alunos (pois desenvolveu o espírito de entreajuda) e estreitou muito mais a relação aluno-professor. Aumentou a auto-estima e a destreza manual, favorecendo ainda o desenvolvimento intelectual, a psicomotricidade, para além da satisfação pessoal de poder criar formas apenas com um pedaço de papel.
Diariamente fui surpreendida por alunos que dobraram em casa os modelos apreendidos nas aulas (ensinando por vezes os Pais, os irmãos, etc.).
Esta experiência extremamente gratificante, pode também ser observada aquando das oficinas que venho realizando, onde se denota uma enorme motivação e um posterior
desenvolvimento, pois há a continuidade do que foi apreendido (as crianças continuam a dobrar nas suas casas). O mesmo acontece com as oficinas para os adultos. Os mesmos após apreenderem algumas das técnicas básicas, motivam-se e desenvolvem a sua própria arte.
Manuela Coelho

4 de janeiro de 2009

Musicoterapia



O mundo que nos rodeia é composto por um aglomerado de sons, todos eles fazem parte das nossas vidas e mesmo sem eles, o silêncio, torna-se ruidoso o que poderá causar desiquilíbrios.
Deste modo, os efeitos são o aumento do bom humor e da confiança, a indução de calma, o apaziguamento interior e a relaxação muscular, isto incluindo beníficios ao nível do sistema nervoso central.É neste sistema em que todas as reacções comportamentais se dão e sabendo ,que todo o nosso comportamento é influenciado pelo meio ambiente, um dos objectivos da musicoterapia é fazer com que esse meio ambiente seja agradável para o bem estar do paciente.

O que é?
De acordo com a definição da Federação Mundial de Musicoterapia (WFMT):
"a Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, num processo sistematizado de forma a facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão, e organização de processos psíquicos de um ou mais indivíduos para que ele(s) recupere as suas funções, desenvolva(m) o seu potencial e adquira(m) melhor qualidade de vida. A musicoterapia procura desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções do individuo para que este alcance uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção, reabilitação ou tratamento.


Musicoterapia é uma actividade clínica que para ser exercida com qualidade e de forma eticamente correcta, exige formação académica especializada.

A interacção ser humano - música faz com que este exprima sentimentos o que pode levar a uma melhor compreensão do indíviduo e desta forma aplicar-se o método terapêutico mais adequado.

Esta terapia pode ser realizada individualmente ou em grupo.
Consiste em actividades musicais - escutar música , canto, improvisação vocal e instrumental, expressão corporal (dança/moviemnto) , num processo planificado e adequado ás necessidades especificas de cada pessoa.


Como?
A forma como a Musicoterapia é aplicada depende dos objectivos do trabalho e dos métodos a utilizar
A Musicoterapia pode desenvolver-se de acordo com vários métodos.
Na maior parte dos casos a Musicoterapia é activa, ou seja, através da improvisação (tocar um instrumento musical, canto/vocalização, dança/movimento) o próprio paciente improvisa de uma maneira mais lúdica, expondo-se num estado de liberdade total, ao terapeuta ou ao grupo com maior fluidez ,sem lhe trazer transtornos e irritações.
Na terapia passiva, o terapeuta procurar encontrar um concenso com o paciente, seja na escolha de uma música, seja num ualquer outro exercicio.


A quem se destina?
Musicoterapia destina-se especialmente a pessoas com problemas de relacionamento, comunicação, comportamento e integração social,independentemente da idade. é particularmente indicada para pessoas que estejam ligadas a instituições de saúde (física e mental), educação, intervenção comunitária e reabilitação.

Algumas aplicações clínicas:
- Depressão
- Ansiedade
- Dificuldades de Aprendizagem
- Hiperactividade
- Autismo
- Síndrome de Down
- Paralisia/Lesões Cerebrais
- Deficiências Sensoriais (visual e auditiva)
- Dislexia

O Sakura em parceria com o Psicólogo/Musicoterapeuta Óscar Campos tem ao dispor
Musicoterapia a nível individual ou em grupo,assim como Cursos de Formação.
Para mais informações p.f. contactem-nos

1 de janeiro de 2009

Origami - Transformando Papel em Arte.




Origami - ori (dobrar) kami (papel),
É a arte japonesa de dobrar o papel.

Origami é uma arte milenar japonesa nascida há quase mil anos na Corte Imperial, onde era conhecido como um passatempo divertido e interessante. Com o passar do tempo esta arte foi transmitida ao povo que adotou-o com o entusiasmo e transformou numa arte.

Não se tem a data exacta do surgimento da arte milenar do origami, alguns historiadores sugerem que tenha surgido após a invenção do papel, quando o mesmo foi introduzido no Japão por volta dos séculos V e VI, sendo uma decorrência natural da invenção do papel. A técnica teve origem no Japão, sendo aperfeiçoada e propagada pelo mundo inteiro.


No origami há regras básicas, que são: as folhas de papel quadrado e sem corte. Mas não são regras absolutas e há inúmeros origami fora deste esquema trazendo simplicidade e desafio à criação de modelos.

O origami desenvolve um papel muito importante no desenvolvimento intelectual da criança, pois exige concentração, estimula a imaginação e desenvolve a destreza manual.

Além disso é muito divertido ver um simples papel quadrado transformar-se num objecto, ave ou flor com algumas simples dobras no papel.

As figuras representadas no origami têm diferentes significados para os japoneses como, por exemplo, tsuru (pássaro) simboliza a felicidade, boa sorte e saúde, o sapo significa amor e felicidade, entre outros. As primeiras dobraduras foram criadas quando o Estado e a religião eram um só, desta forma representavam a natureza das cerimônias religiosas.

Estes, porém, eram a mistura de origami com kirgami (arte de formar figuras através de recortes de papéis), eram confeccionados com papéis manufacturados unicamente para o uso dos sacerdotes xintoístas. Com a intenção de honrar o espírito das árvores que davam vida ao papel, foi que os sacerdotes xintoístas passaram a pregar regras rígidas para a arte do origami como, por exemplo, não cortar ou colar as folhas.

O Origami é considerado um óptimo exercício para a criatividade, para a concentração, para a mente como para as mãos, porque utiliza a harmonia dos hemisférios cerebrais de maneira agradável e leve. Identificar formas, trabalhar a geometria, as cores é também auxiliar na aprendizagem. Com as figuras de animais e outras podem-se construir histórias, dramatizações e poemas, activando novamente a criatividade e a inovação, proporcionando momentos de alegria e bem-estar aos praticantes.
Para desenvolver a arte do Origami, o praticante necessita ter atenção e paciência,
concentração e persistência, para que tendo em mãos um simples pedaço de papel, cortado com harmonia, com as dimensões correctas e dobrado de maneira que as marcas fiquem visíveis, correctas e alinhadas, ao seguir orientações ou um diagrama proposto, seja possível criar algo.
O maior encanto da arte do origami é o seu poder de transformação, pois com materiais simples e baratos é possível criar e inovar, produzindo objectos
verdadeiramente encantadores.

Algumas pesquisas mostraram que a prática do Origami na educação de crianças e de adultos ajuda no desenvolvimento de habilidades, como sendo:
Comportamental – através de movimentos repetitivos, o aprendiz observa e ouve com atenção as instruções do orientador, para as executar com qualidade. O sucesso do trabalho depende muito do executor, pois é importante manter o auto-controlo do mesmo, desenvolvendo o pensamento intuitivo.
Trabalho em equipa – o acto de dobrar um quadrado ou rectângulo de papel, transformando-o numa figura tridimensional como, por exemplo, o pássaro da felicidade (Tsurú) é um exercício importante para movimentar o raciocínio espacial e obter a simetria. Observando o trabalho do outro, ajudando o colega nas dobras estimula o trabalho em equipa.

A arte do Origami é, portanto, uma actividade criativa que transmite curiosidade e alegria e finalmente leva o/a executante a ter orgulho e satisfação diante da obra concluída.

O convite para entrar neste mundo mágico do Origami é levar cada pessoa que se dedica a este trabalho, a se expressar cada vez com maior exactidão, com concentração e paciência,procurando aprimorar a sua qualidade e criatividade.
O uso das mãos e dos dedos é considerado por estudiosos, ser de grande importância para o desenvolvimento das percepções cerebrais, porque estimula e realiza novas conexões entre os neurónios, traçando novos caminhos.
Aprende-se muito com o tacto e a sua coordenação com a visão e os outros sentidos, estimula a estética, a habilidade social e a criatividade, por ser uma actividade rica em possibilidades inovadoras.
Assim, a arte do Origami contribui para:
· Estimular e melhorar a capacidade de concentração;
· Desenvolver a coordenação motora fina;
· Melhorar a destreza manual e a paciência;
· Reduzir o Stress;
· Melhorar a visão espacial;
· Auxiliar na área da geometria e da matemática (entre outras).

O Sakura em parceria com Artes de Fada irá realizar várias Oficinas de Origami para crianças e adultos.

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