Quem somos...

Sakura Centro de Terapias Para poder realizar a sua Vida, na plenitude das suas capacidades, o Ser Humano tem o direito e o dever de se cuidar e de se preservar. Para tal, os cuidados preventivos, de tratamento e manutenção, com a Saúde, revestem-se de especial atenção. Sakura surge com o intuito de lhe oferecer um vasto leque de opções terapeuticas- bem estar, prevenção e tratamento

29 de junho de 2012

Vende-se a Alma

"vende-se saúde e compra-se doenças.
vende-se exercícios saudáveis e compra-se preguiça.
vende-se equilíbrio e compra-se desarmonia.
vende-se vida e compra-se morte.
vende-se coragem e compra-se medo.
vende-se compaixão e compra-se competição
vende-se vocação e compra-se a escravidão.
vende-se originalidade e compra-se a moda.
vende-se estudo e compra-se a TV.
vende-se teatro e compra-se a internet.
vende-se fazer amor e compra-se sites pornôs.
vende-se alma e compra-se o “ser normal”.
vende-se espírito e compra-se a matéria.
vende-se natureza e compra-se São Paulo.
vende-se Gandhi e compra-se Bush.
vende-se coragem e compra-se o pavor.
vende-se movimento e compra-se a paralisia.
vende-se “te amo” e compra-se o “vamos ficar”.
vende-se paz e compra-se o conflito.
vende-se perdão e compra-se processos.
vende-se amor apaixonado e compra-se uma relação “segura”.
vende-se trabalho criativo e compra-se um emprego que dê uns trocados.
vende-se contentamento e compra-se consumismo sem ética.
vende-se solidariedade e compra-se competição.
vende-se aventura e compra-se estabilidade.
vende-se tesão e compra-se rigidez.
vende-se movimento e compra-se inércia.
vende-se convivência amorosa e compra-se isolamento num apartamento.
vende-se liberdade e compra-se prisões.
vende-se árvores e compra-se prédios.
vende-se autogestão e compra-se prefeituras.
vende-se Budas e compra-se Lulas.
vende-se Danças sagradas e compra-se futebol.
vende-se prazer e compra-se poder.
vende-se autogestão e compra-se governos.
vende-se risco e compra-se imobilidade.
vende-se alegria e compra-se sofrimento.
vende-se equidade e compra-se exploração.
vende-se igualdade e compra-se hierarquia.
vende-se carinho e compra-se tortura.
vende-se diferença e compra-se preconceito.
vende-se manejo sustentável e compra-se depredação.
vende-se autonomia e compra-se subordinação.
vende-se indivíduos iluminados e compra-se massa inconsciente.
vende-se agora e compra-se futuro.
vende-se sinceridade e compra-se fobia.
vende-se real e compra-se o imaginário.
vende-se sanidade e compra-se loucura.
vende-se sim e compra-se não.
vende-se cooperação e compra-se chantagem.
vende-se brincadeiras e compra-se seriedade."

Autor: Otávio Leal

Ser Zen





"Ser zen não é ficar numa boa o tempo todo,
de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada.
Ser zen é ser ativo.
É estar forte e decidido.
É caminhar com leveza, mas com certeza.
É auxiliar a quem precisa,
no que precisa e não no que se idealiza."

(Monja Coen - Livro: Sempre Zen)

Mudar frequência...



Nossa mente é como uma antena, 
capta o que estamos sintonizando: 
o bem ou o mal. 
Depende de nós mudarmos a frequência.
(Chico Xavier)

28 de junho de 2012

Concerto - Peregrinação Musical- Teresa Gabriel


Os espectáculos a solo da Teresa Gabriel são envolventes e conseguem criar um ambiente íntimo, e, simultaneamente, permitem viajar a diferentes mundos em cada tema.
Uma voz que consegue ser tão épica como delicada alida a uma guitarra inventiva, percussiva e original que por vezes mais soa a um quarteto de cordas devido à riqueza das harmonias que criam texturas quentes e místicas.



13 JULHO -21H30

Sakura Penafiel  




Uma Peregrinação Musical de Transformação


O álbum "Rites of Passage" corporifica 5 anos de viagens interiores e exteriores, experiências e transmutações através da música enquanto força transformadora de realidades.

Aqui, cada canção representa uma prece, uma etapa da Peregrinação e uma fase na cronologia da narrativa.

O seu "mapa de viagem" divide-se em 3 capítulos, cada um com a sua personagem-arquéitpo, representando diferentes mundos e dimensões humanas: Imaginação, Submundo e Consciência. Cada um destes 3 capítulos é separado por uma passagem instrumental, que simboliza as "passagens" ou "iniciações" dos ciclos da vida.

- "Mythofacta" (o Mundo do Sonho): A expansão, o sonho como vida paralela e o mundo imaginal.

- "Persinfonia" (o Submundo): A perda, o desencanto, as emoções viscerais, os mergulhos, as travessias, a morte e o renascimento.

- "Bhakti" (a Noosfera): A integração, a maturidade, a revelação e o reencontro consigo próprio após a Transformação.

Neste concerto a guitarra não será simplesmente um instrumento de acompanhamento para a voz, a guitarra é outra voz, simbolizando a voz do Espírito, harmonizando com as melodias etéreas da voz, que se solta e migra para além das próprias palavras, buscando o uníssono da ressonância entre quem toca e quem escuta, numa prece musical contínua com a intenção da cura e da alquimia.

Se o tempo permitir o concerto será realizado no exterior,junto ao rio.
As pessoas poderão estar sentadas, ou deitadas, confortáveis e aconchegadas para a sua viagem e meditação interior. 
P.f- trazer agasalho ou manta

Custo: 12,50€



Local: Sakura Centro Terapias – Penafiel
Inscrições até dia 9 Julho

917433609
sakura.centroterapias@gmail.com



Para que possam aproveitar ao máximo o local, nós tratamos do jantar !

20h - Jantar buffet Vegetariano
21h30 Concerto Teresa Gabriel 


A contribuição será 20 €uros por pessoa. (Jantar + concerto)
 
 

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BIOGRAFIA:
Tendo iniciado há 10 anos atrás o seu percurso pela música alternativa, folk e celta, Teresa Gabriel colaborou nos últimos anos com uma série de artistas da "música do mundo" (ALAP, Paulo Sousa e Baltazar Molina), cantou com Sara Tavares e Romi (Terrakota) no OndaJazz, estudou música indiana e búlgara em Londres e colaborou com vários projectos electrónicos (Jamie Woon, Orchid Star, Sérgio Walgood e Ambiens Indages). Para além disso, tem feito diversas composições para dança (Amálgama e Iris Lican) e realiza também viagens sonoras meditativas (Iris Lican, Moksha, Bruno Teixeira, Lobsang Drje/Anu Biak e Ruben Branco).

As suas composições têm a particularidade de denotar o seu profundo interesse pelas antigas tradições ligadas à natureza, como o xamanismo, que conferem à música um universo especial e único. Desta forma, o ouvinte é conduzido numa viagem temática que alia a riqueza tímbrica e versátil da voz à criatividade da guitarra acústica, que se exprime através de uma forma que vai para além do vulgar, cruzando-se e fundindo-se com a própria voz.

A sonoridade única que brota das suas composições possui um brilho acústico e folk, com laivos étnicos e místicos, tendo como influências Jeff Buckley e Tori Amos, mas também Ravi Shankar, Vozes Búlgaras ou Dead Can Dance. Os temas revelam ambiências naturalistas, de inspiração mitológica neoclássica, com letras filosóficas que remetem para a rica poesia sufi, o xamanismo, as viagens, a multiplicidade una da vida, as transformações e também para as dimensões mais íntimas, do mundo do sonho, recorrendo à música como ferramenta experiencial para a catarse da alma.

Na sua carreira, destacam-se os concertos de abertura de Beth Gibons dos Portishead no Coliseu de Lisboa e Porto em 2003, tendo passado igualmente pelos palcos de vários festivais em Portugal e Inglaterra (Centro Cultural de Belém 2005, Jardim de Inverno no S. Luíz 2010, Colectanea Optimus 2001, Aula Magna 2001, Vilar de Mouros 2001, Sudoeste 2002, Boom Festival 2006 e 2008, Freedom Festival 2007, Andanças 2005 e 2006, The Synergy Project 2006 e 2007, Sunrise Celebration 2006, Small World Solar Stage 2008, Secret Garden Party 2009, Crew Hassan, Bacalhoeiro, Fonoteca Municipal, Contagiarte, entre muitos outros). Colaborou na produção e em várias actuações no Projecto Sinergia de 2007 a 2009, em eventos relacionados com arte e música, numa perspectiva de sustentabilidade, consciencialização e educação ambiental.

Neste momento prossegue com os seus estudos superiores de Som e Música, a par das suas aulas como professora de canto e guitarra.
Encontra-se também a finalizar o seu mais recente álbum: "Rites of Passage."





Sakura e Associação Animais Chaves


A melhor forma de apoiar os animais abandonados, é ajudar as pessoas que se cruzam nas vidas deles e que os tentam ajudar, dando-lhes mais qualidade e dignidade de vida.
As dificuldades destas pessoas, individuais que protegem os animais são inúmeras. Os animais abandonados são muitos e os apoios normalmente poucos.
Colabore com qualquer Associação ou Grupo protector de animais, através da contribuição de trabalho voluntário ou donativos de produtos e materiais.

O SAKURA alia-se ao trabalho da Associação Animais Chaves que com o seu amor e carinho cuidam dos animais abandonados até encontrarem um lar acolhedor para esses nossos amiguitos de 4 patas:

* Tratamento de Reiki - Desta forma estarás a contribuir para o teu bem estar e a possibilitar o bem estar de outros seres.
Custo de cada sessão - 2 kgs de ração

* Massagem de Relaxamento - Grávidas - Indiana - Tratamento - 10% reverte a favor da Associação

* Meditação em Movimento - 10% da mensalidade reverte a favor da Associação

Marcações: sakura.centroterapias@gmail.com - 917433609





Paciência e Natureza



Quem se proponha a entesourar paciência, observe o livro da natureza.
As nossas anotações podem parecer sinônimos do óbvio, no entanto, o óbvio, por ser simples, é aquilo que se faz, habitualmente, mais difícil de ser pesquisado e revisto.
Ao Sol, por exemplo, dentro da noite, em determinado hemisfério, por mais se lhe peça luz plena e imediata, há que se lhe aguardar o reaparecimento, depois de algumas horas.
Inútil rogar o fruto de certa árvore até o momento em que lhe será lícito surgir.
Uma estrada, entre duas cidades razoavelmente distanciadas uma da outra não se constrói a toques de mágica.
Sabe-se que o carbono puro suporta séculos e séculos de transformações lentas, no sub-solo, antes de converter-se em brilhante.
Considerando que o espírito de seqüência assinala todas as criações da vida, a impaciência, muitas vezes suscitando irritação e inquietude, cólera e delinqüência, decorre de nossa própria incapacidade de entendimento, acerca de situações e pessoas.
Não solicitarás atitudes de elevação daqueles que ainda não assimilaram os ingredientes espirituais indispensáveis para constituí-las e nem pedirás alto comportamento nesse ou aquele companheiro que ainda não se habilitaram para isso.
Onde estiveres e com quem estiveres, não permitas que as tuas esperanças se façam exigências.

Ama e trabalha, serve e auxilia sempre sem reclamar e acabarás compreendendo que a paciência construtiva, fonte de serenidade e tolerância, em qualquer tempo e lugar, para cada um de nós é simples obrigação.


Livro: Linha Duzentos – Francisco Cândido Xavier – Pelo Espírito Emmanuel

25 de junho de 2012

- Meditação em Movimento -




É possível meditar em movimento. Achamos que meditar é estar sentado na postura de lótus e ficar imóvel por um longo tempo em total abstração. É possível meditar de várias maneiras, inclusive em movimento.

Como definir meditação?

Podemos dizer que meditar é aquietar a mente, diminuir o fluxo de pensamentos e deixar a mente mais quieta, num estado de tranquilidade e paz. Estar com a mente neste estado é não estar nem no passado e nem no futuro, o que deixa a mente agitada e ansiosa.

Para meditar é preciso estar com a mente no momento presente.
Meditar é estar no momento presente com o foco da atenção em um ponto. Podemos meditar com foco em um mantra, em uma imagem, na respiração, etc.

Para meditar em movimento devemos concentrar-nos no movimento da respiração e do corpo; deixando a respiração conduzir o movimento do corpo.

Harmonize-se com os elementos da natureza.

Sinta o espaço que o corpo ocupa... sinta o ar tocando o corpo quando se movimenta.... o calor que o movimento proporciona... sinta a presença do elemento fogo no corpo.... faça os movimentos bem fluidos assim como a água que desliza suavemente... sinta a estabilidade do elemento terra deixando os pés firmes no chão. Deixe o movimento fluir como uma dança da natureza

Concentre-se em si, esteja presente e respeite o seu limite. Venha experimentar!

V.N.Gaia - Segunda e Sexta - 19h30
Penafiel - Quinta - 17h30
Chaves - Sábado- 11h30


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Meditação em Movimento - MOMENTUM

A palavra momentum, vocábulo latino análogo à palavra momento, significa impulso, movimento, mudança, variação . Pode significar também causa que determina decisão num sentido, influência, motivo e especialmente: pequena divisão do tempo, momento, minuto e instante.
Em sentido figurado momentum é o peso, importância (das pessoas ou das coisas), influência, motivo e consequência.



Princípios: Respiração, Precisão, Controle e Concentração.

Baseia-se numa série de exercícios * que incluem:
  • auto-reflexão, momento presente e percepção sensorial sem julgamento.
  • percepção de movimento e orientação espacial.
  • foco na respiração e sons de respiração atenção no alinhamento anatomico
  • consciência do movimento e fluxo de sua energia intrínseca (chi ou prana).
* Exercícios de dança, marciais ,respiratórios e de correcção postural
- Técnica Nia - dança moderna, jazz, tribal aliada a exercícios de yoga e tai chi
 - Pilates - Técnicas de Moshe Feldenkrais e Alexander
- Chi Kung / Tai Chi  - Yoga

Benefícios:

Diminuir a ansiedade
Diminuir a dor, aumentando a flexibilidade das articulações, tonificando os músculos
Melhorar o sono
Diminuir o uso de medicação para dores pós-operatória
Reforçar o sistema imunitário e melhorar a capacidade de curar
Aumentar a sensação de controle e bem-estar, estimulando a auto-estima, confiança e o melhor relacionamento com os outros
Corrigir e fortalecer a postura
Contribuir para uma maior irrigação sanguínea;
Melhorar e estimular o funcionamento dos órgãos internos, tais como o coração, o fígado e o aparelho digestivo;
Estimular a memória e a concentração, ensinando a bloquear os pensamentos negativos do dia-a-dia



  • Para todos que se preocupam com a sua saúde e bem-estar e cujo objectivo principal seja o resultado em vez do processo do exercício.
    Para qualquer idade independentemente da condição física.





    imagens Ecstatic Dancers


O significado desta Vda


Certo dia, um jovem aprendiz, sedento das coisas da vida e de seus mistérios, dirigiu-se ao velho sábio da aldeia, interpelando-o:

-Mestre, o que significa a vida?

A pergunta, aparentemente simples, fez com que o ancião refletisse profundamente em torno das longas décadas que caminhara pela existência.

-A vida, meu filho, é apenas uma escola. - Respondeu, calando-se em seguida.

Pela resposta inusitada e breve, o jovem esperou algo mais e, como o silêncio se fizesse longo, não resistiu e tornou a questionar:

-Mestre, como pode a vida ser uma escola, se tantos morrem analfabetos, se outros não têm oportunidade de frequentar uma sala de aula e muitos nem sequer entendem a importância do estudo?

Com muita tranquilidade, redarguiu o velho mestre:

-No entanto, não há quem passe pela vida sem ter a oportunidade de valiosas lições.

-É verdade que muitos se veem analfabetos ao longo da existência ou pouca oportunidade de estudo se lhes apresenta.

-Porém, as lições da vida não são somente para o cérebro. Muitas delas e, talvez, as mais importantes, são para o coração.

-Quando conseguimos calar perante a ignorância alheia é a lição da humildade e paciência que a vida nos oferece.

-Quando nos tornamos solidários, temos compaixão, auxiliando alguém em dificuldade, é a lição do amor fraterno que a vida nos oportuniza.

-E quando as dores da alma nos chegam, como a rasgar nossas entranhas, parecendo nos dilacerar e aguardamos e esperamos, é a lição da fé e resignação que a vida nos apresenta.

-Assim meu filho, ninguém pode passar pela existência alegando que não teve oportunidades excelentes de aprendizado.

-O que pode ocorrer é que muitos de nós somos alunos ainda muito indisciplinados e rebeldes para essa escola abençoada.

-Mergulhados nas ilusões de que o mundo é apenas um parque de diversões, no qual se deve usufruir de todos os prazeres fugidios que ele nos ofereça, poucos nos damos conta das importantes lições da vida.

-Devemos encarar cada dia que se inicia como nova oportunidade de aprender coisas para a mente, mas também para o coração.

-Afinal, dia virá em que seremos convidados a nos apartar do corpo que nos serve, nesta existência, e seguiremos apenas com aquilo que conseguirmos carregar, na mente e no coração.

-Por isso podemos dizer que o hoje é a oportunidade para a construção de dias futuros felizes, ou um amanhã de tristezas, quando aportarmos em outro momento da vida.

-Tudo dependerá do aproveitamento das lições. E do que guardarmos em nossa intimidade.

-Assim, meu filho, podemos dizer que o céu ou o inferno, a felicidade ou a desdita depois desta vida estão somente em nossas mãos, em bem ou mal aproveitarmos as lições desta escola.

Finalizando sua explicação, o velho ancião afastou-se, dando oportunidade para o jovem ficar a sós, repassando na mente as profundas reflexões do mestre sábio.

Vivendo em Plenitude


No dia que morre, enquanto o sol puxa a sua colcha de nuvens para se cobrir, aconchegando-se no poente, permita-se um tempo para refletir.

O que você fez hoje o deixou feliz?

Você pode ter acrescentado uma soma considerável ao seu saldo bancário, pode ter celebrado contratos importantes, que lhe garantam retorno financeiro por largo tempo.

Você pode ter recebido honrarias, prêmios por sua capacidade intelectual. Pode ter sido laureado pelo projeto bem sucedido.

Você pode ter dado muitos autógrafos no livro que acabou de lançar, ter recebido aplausos vibrantes e demorados pelo show musical em que se esmerou.

Sim, tudo isso são ganhos. E você deve estar feliz com o balanço que lhe dá conta de que a coluna positiva supera a negativa.

Mas, você está verdadeiramente feliz? Dentro de você, sente que utilizou o melhor possível esse dia que adormece, encobrindo-se nas dobras da noite?

Pense um pouco: além dos abraços dos que são pagos para servi-lo, acompanhá-lo;

dos que desejam posar para fotos ao seu lado, a fim de se verem projetados na escala social;

além dos que o buscam porque você goza de sucesso, alguém que o ama verdadeiramente o abraçou?

Isto é, depois de todo o trabalho, do gozo das glórias do Mundo, dos aplausos, quando as luzes do palco se apagam, deixando ar de solidão, o que tem você de verdadeiramente seu?

Você tem um lar para voltar? Alguém que o ame? Um filho que o espera para pular em seu pescoço e gritar: Papai!?

Você tem um esposo que a ama e espera que as horas seguintes possam ser somente de vocês dois?

Você tem pais idosos que lhe aguardam, ansiosos, a chegada em casa?

Você tem um animal doméstico para afagar?

Um cão que, desde a esquina, identifica o ruído do seu carro e o aguarda no portão?

Que pula, late, abana o rabo, demonstrando a sua alegria por ter você como seu dono?

E, mais importante do que isso: você usufrui integralmente cada uma dessas oportunidades?

Ou chega em casa, se joga no sofá, não quer falar com ninguém porque está cansado?

Não faça isso!

Aproveite a sua vida em totalidade. Ame, demonstre carinho, beije, diga como foi difícil ficar tantas horas longe do aconchego familiar.

Pergunte pelas crianças, sorria, jogue-se no chão e brinque com elas.

Esforce-se por entender o linguajar de seus filhos adolescentes, agradeça a mensagem que lhe mandaram para o celular, mesmo que você não tenha entendido tudo.

Dedique algum tempo a eles, pergunte daquelas abreviaturas que você não consegue identificar o que sejam, quando recebe os torpedos.

Saia com sua esposa para dançar. Ou coloque um CD com músicas românticas e dance, na sala de casa, de rosto colado.

Olhe para ela. Os anos passaram, vieram os filhos, mas ela continua bonita. Diga isso a ela, para que ela saiba. E retribua o elogio.

E, se você não tem pais, cônjuge, filhos, irmãos, se vive só, ainda assim curta o que tem.

Ouça música, leia um bom livro, assista um filme. Telefone para um amigo. Escreva a outro solitário.

Viva!

E, quando o sono for se aproximando, convidando-o ao repouso físico, não se entregue a ele, antes de orar a Deus, em gratidão pelas horas vividas.

Agradeça a sua vida. A maravilhosa vida que você tem.

Agradeça por sua capacidade de amar. E pelo amor que tem.

Redação do Momento Espírita.

23 de junho de 2012

Reiki




      Rei, universal     Ki energia vital

"energia vital do universo" ou "força da energia vital do universo"

Reiki é a antiga arte tibetana de canalizar energia vital pela imposição das mãos, redescoberta no Japão, em meados do século passado, pelo Dr. Mikao Usui e introduzida na América , por volta de 1940, pela Senhora Hawayo Takata, uma americana de origem japonesa.

Os antigos sábios acreditavam que a energia envolvia e penetrava tudo o que vive.
Hoje, cada vez mais pessoas, incluindo cientistas, estão convencidas de que assim é.

O corpo utiliza energia vital para se reconstituir em caso de ferimentos ou doenças. Quando há redução ou bloqueio na circulação dessa energia, o corpo enfraquece, as funções vitais deixam de se processar ao ritmo apropriado e poderão aparecer desordens físicas ou mentais.

Reiki é um dos métodos para captar essa energia. Não é o único; é, no entanto, um dos mais fáceis de praticar.

 

Como se pratica
Qualquer pessoa pode receber energia vital através do método Reiki e daí retirar benefícios substanciais.
O praticante limita-se a ser um canal pelo qual flúi a energia do Universo.
Não dá nem transmite a sua própria energia ao receptor.
Não intervém nem influencia directamente os resultados obtidos.
Não tem qualquer poder para curar.
Não consegue obrigar o receptor a aceitar energia se este, consciente ou inconscientemente, a recusar.
O receptor absorve a energia vital através do praticante.
Só aspira as frequências e polaridades de que necessita em cada momento. Uutilizará o complemento de energia assim disponível, para dissolver, rápida e suavemente, os bloqueios que, ao impedirem a livre circulação da energia vital, provocam entre outras coisas, dores e problemas agudos.

O que trata
Os praticantes de Reiki não fazem diagnósticos, devem abster-se de o fazer
A energia Reiki tem inteligência própria e dirigir-se-á infalivelmente para os pontos onde é mais necessária..ou seja qualquer ponto bloqueado, "doente"
O Reiki reforça os resultados de todos os outros tratamentos, reduzindo efeitos negativos paralelos, encurtando o tempo de cura, diminuindo ou eliminando dores, stress e criando optimismo


Os Princípios

Kyo dake wa Só por hoje.....

Ikaru-na Não te irrites

Shinpai suna Não te preocupes

Kansha shite Sê grato

Gyo-o hage me Trabalha arduamente

Hito ni shinsetsu Sê bondoso para os outros


A terapia REIKI é aceite pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como um método disponível de imediato e qualquer pessoa (de qualquer idade) pode beneficiar da sua aplicação, efectuada por um terapeuta de REIKI.

A OMS, órgão da Organização das Nações Unidas (ONU), pelo Decreto "Alma Ata" criou a Medicina Alternativa Internacional e estabeleceu em 1962 a "The Open International University For Complementary Medicines", que envolve diversos segmentos tradicionais das medicinas não convencionais.

Após um estudo aprofundado verifica-se que a terapia Reiki faz parte do conjunto terapêutico de vários hospitais americanos e espanhóis, entre outros, tendo sido reconhecida por diminuir o tempo de internamento, o uso de analgésicos, as complicações infecciosas e pós-operatórias dos pacientes, na ajuda de transplantes e doenças como depressões, cancro e outras.



Marcação através do 917433609 - 276 333 328 ou sakura.centroterapias@gmail.com

21 de junho de 2012

Parceria ActivoBank


Estudantes Universitários pela abertura de uma conta ActivoBank podem agora usufruir, no Sakura,  de 40% em Massagens de Relaxamento !

Novas parcerias!



ONEY
Os clientes detentores de um cartão Oney (Jumbo, Aki, Leroy Merlin, Lyberdade, entre outros) podem a partir de Junho usufruir de:

- Desconto 50% em 1 Massagem Relaxamento ou Oferta de 1 Massagem na compra de 1 Pack de 4 Massagens Relaxamento

- Oferta de uma mensalidade Meditação em Movimento na inscrição de um amigo

-  Desconto de 20% em workshops para crianças








Campanha válida até 1 Junho 2013

Saúde Mental dos portugueses

Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso,publicado no Público

Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projeto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a atual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos
ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os diretores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de
desemprego em Portugal afeta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.

Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à atividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.

Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal coletiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.

E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o
estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.

Pedro Afonso
Médico psiquiatra

12 de junho de 2012

Muhammad Yunus - Criando Empresas Sociais

Como é que qualquer pessoa no seu perfeito juízo pode pensar que um mundo equilibrado, pacífico, sustentável e produtivo alguma vez  poderá sair da concorrência aberta, ou seja, uma guerra aberta desde indivíduos a competir uns contra os outros para o trabalho das empresas, que lutam umas contra as outras pela quota de mercado, até aos governos que competem uns contra os outros pelo domínio económico global?
Peter Joseph






Às vezes

 




Às vezes... o profundo que pressupões não tem fim;

Às vezes... a ida parece não ter volta;

Às vezes... a lagrima insiste em rolar, e parece não ter fim;

Às vezes... pensamos estar sós, e não ter um ombro próximo para nos acalentar;

Às vezez... odiar é muito fácil e amar é complicado;

Às vezes... a vingança parece o caminho mais curto e perdoar tão impossível;

Às vezes... tudo se complica.O certo se torna errado e o errado certo;

Às vezes... Os pés se cansam na jornada tão longa e cansativa;

Às vezes... Perdemos as expectativas e achamos tão atrativa a desistência e complicado é tudo á nossa frente;

e perguntamos : Como será? Porquê? E agora?

Às vezes... esquecemos ás vezes... somos esquecidos;

Às vezes... Lembramos às vezes... somos lembrados;

Às vezes... falamos mesmo que calados;

Às vezes... Calamos nos gestos, e outras tantas afogamos no profundo do nosso intimo

e nos trancamos dentro de nossas portas, dentro de nosso mundinho todas nossas magoas e decepções;

Às vezes... esquecemos que a vida é bem além, bem maior, e que o mundo é grande e muito além do nosso próprio, do que criamos;

e quem o fez é infinito, e infinitamente capaz de nos fazer superar tudo;

Às vezes... Olhamos para baixo, outras para o alto;

Às vezes... Como criação que somos, esquecemos que quase sempre o sol brilha;

Sol que faz as folhas brotarem, e surgir o verde no lugar do amarelado;

O Oasis em lugar do deserto, deserto que às vezesé tão perto...

Há vitória no lugar de derrota, sucesso em vez de fracasso;

É, o "às vezes"... aos poucos vai se transformando no "sempre"... Sempre!

E o sempre, sempre traz Constancia, e a Constancia, elegância...

e assim descobrimos a beleza de se viver, de insistir, de se superar;

e de ser simplesmente... Nós.




Leorena

11 de junho de 2012

O Elogio da Pobreza


A palavra pobre é uma daquelas palavras que carrega um determinado peso com ela.
A certa altura da nossa história chamar de pobre a alguém era qualquer coisa que estigmatizava a pessoa ou determinado conjunto de pessoas.
Em portugal sempre ligamos muito aos adjectivos e chamar de pobre como chamar de cigano ou "Zé ninguém", sempre criou uma distância entre quem classsifica e quem é tristemente classificado; isto além de ferir a pessoa que é adjectivada. Por terras Lusas sempre fomos muito doutos em estabelecer hierarquias, em dar rakings, em dividir por patentes a determinado conjunto de pessoas ou familias.
Os pobres e os ricos; os burgueses e a plebe; o funcionário e o doutor, o engenheiro e o assalariado; o patrão e o empregado... etc,etc.
Mas existem alturas no decorrer de um ciclo civilizacional em que as palavras parece que se revoltam contra a sua condição e ganham novo significado, novo brilho, enobrecem-se e transmutam-se a elas mesmas.
E é o que parece que está a acontecer com a palavra pobre.
Parece-me a mim que ser pobre nos dias que correm não é necessáriamente mau.
Ser pobre, mas pobre de verdade, é até algo que faz muita falta, algo bom?

Em primeiro lugar quase ninguém é pobre nos dias de hoje! Este é o primeiro ponto que é óbvio e está claro para toda a gente. Já não existem pobres como no tempo dos nossos avós em que a unica refeição do dia era uma tigela de sopa, e o simples facto de se ter uma galinha era um bom trunfo! Se existe pobreza, não sei que pobreza é, expliquem-me! Mas atrevo-me a dizer que talvez pela escassez, ser pobre nos dias de hoje seria algo muito útil, e muito nobre.

Por esta altura já o significado da palavra pobre sofre uma transformação, arrisco-me a dizer uma verdadeira metamorfose. É como se a palavra se rebela-se contra a sua condição de sempre e procura-se uma mudança.

Nós não sabemos o que é ser pobre! Ser pobre, mas pobre de verdade, pobre como antigamente, talvez fosse ser rico nos dias que correm! Quem sabe?

O pobre por natureza e por condição sempre esteve mais ligado á natureza do que o rico. O pobre é atento ao detalhe e sabe maravilhar-se com as pequenas coisas.
Se uma flôr desabrocha isso é magnífico... especialmente se essa flôr der fruto! Se o vento sopra de oeste é aguaceiros fortes; se este verão está muito quente é bom para a cebola se for bem regada; se o tempo está húmido e nebulado é bom para apanhar caracóis que ainda se faz alguns trocados com a venda.
O pobre sabe os ciclos da lua, quando se semeia e quando se deve transplantar, colher ou fazer as enxertias.
O pobre viveria, quem sabe, naquele conforto de ter a Natureza, ela mesma, como madrinha, se algo correr mal sabe que pode contar com ela!
O pobre, mas o pobre de verdade sabe viver com pouco dinheiro e não está mais dependente duma crise económica do que está se este ano não for tão bom na safra do milho. A vida de pobre é simples e este depressa constrói uma casa com os poucos materiáis disponiveis por ai. Se não tem gás cozinha com lenha e se tem conheçe a fruta da época. Um pobre vive facilmente com pouco. Nós se calhar já não!
O pobre como disse é atento e essa pobreza que é virtude e atênção é transversal no relacionamento humano – o pobre trata todos com respeito e quem sabe com afecto. Mas eu que escrevo este artigo não sou nem nada pobre; limito-me a imaginar como seria ser!
O pobre é educado por natureza pois rejeita qualquer artificialismo e sabe intuitivamente o que traz bons frutos ou maus frutos. A título de exemplo uma vez uma pessoa do campo disse-me que detestava coca-cola, e foi nessa espontanea rejeição de um produto artificial que eu me dei conta que estava tão dependente dessa bebida.
Aquele ar de estranheza perante a bebida fez-me pensar no que é que eu andava a consumir e aceitava tão normalmente. Isto a título de exemplo...
O que eu quero apontar com este artigo é que ser pobre pode ter as suas vantagens e nos tempos que correm ser pobre, mas pobre mesmo, talvez fizesse falta a muita gente.
Não pelo facto de passar fome, ou como atitude masoquista ou austera, mas pelo facto de respeitarmos mais os outros, de não dar-mos adjectivos a palavras que talvez nem conheçamos o significado; e também pelo facto conhecer um pouco melhor a natureza, saber viver com o necessário e um pouco mais livre de artificialismos.
Ser pobre... quem dera a muitos!

Hoje a pobreza talvez seja outra! Sabem qual?

Marco Filipe da silva Lucas em 10 junho 2012 às 22:36