" Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim" Chico Xavier
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- Sakura
- Sakura Centro de Terapias Para poder realizar a sua Vida, na plenitude das suas capacidades, o Ser Humano tem o direito e o dever de se cuidar e de se preservar. Para tal, os cuidados preventivos, de tratamento e manutenção, com a Saúde, revestem-se de especial atenção. Sakura surge com o intuito de lhe oferecer um vasto leque de opções terapeuticas- bem estar, prevenção e tratamento
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1 de julho de 2012
29 de junho de 2012
Ser Zen
de papo para o ar, achando tudo lindo sem fazer nada.
Ser zen é ser ativo.
É estar forte e decidido.
É caminhar com leveza, mas com certeza.
É auxiliar a quem precisa,
no que precisa e não no que se idealiza."
(Monja Coen - Livro: Sempre Zen)
Mudar frequência...
Nossa mente é como uma antena,
capta o que estamos sintonizando:
o bem ou o mal.
Depende de nós mudarmos a frequência.
(Chico Xavier)
28 de junho de 2012
Paciência e Natureza
As nossas anotações podem parecer sinônimos do óbvio, no entanto, o óbvio, por ser simples, é aquilo que se faz, habitualmente, mais difícil de ser pesquisado e revisto.
Ao Sol, por exemplo, dentro da noite, em determinado hemisfério, por mais se lhe peça luz plena e imediata, há que se lhe aguardar o reaparecimento, depois de algumas horas.
Inútil rogar o fruto de certa árvore até o momento em que lhe será lícito surgir.
Uma estrada, entre duas cidades razoavelmente distanciadas uma da outra não se constrói a toques de mágica.
Sabe-se que o carbono puro suporta séculos e séculos de transformações lentas, no sub-solo, antes de converter-se em brilhante.
Considerando que o espírito de seqüência assinala todas as criações da vida, a impaciência, muitas vezes suscitando irritação e inquietude, cólera e delinqüência, decorre de nossa própria incapacidade de entendimento, acerca de situações e pessoas.
Não solicitarás atitudes de elevação daqueles que ainda não assimilaram os ingredientes espirituais indispensáveis para constituí-las e nem pedirás alto comportamento nesse ou aquele companheiro que ainda não se habilitaram para isso.
Onde estiveres e com quem estiveres, não permitas que as tuas esperanças se façam exigências.
Ama e trabalha, serve e auxilia sempre sem reclamar e acabarás compreendendo que a paciência construtiva, fonte de serenidade e tolerância, em qualquer tempo e lugar, para cada um de nós é simples obrigação.
Livro: Linha Duzentos – Francisco Cândido Xavier – Pelo Espírito Emmanuel
25 de junho de 2012
O significado desta Vda
Certo dia, um jovem aprendiz, sedento das coisas da vida e de seus mistérios, dirigiu-se ao velho sábio da aldeia, interpelando-o:
-Mestre, o que significa a vida?
A pergunta, aparentemente simples, fez com que o ancião refletisse profundamente em torno das longas décadas que caminhara pela existência.
-A vida, meu filho, é apenas uma escola. - Respondeu, calando-se em seguida.
Pela resposta inusitada e breve, o jovem esperou algo mais e, como o silêncio se fizesse longo, não resistiu e tornou a questionar:
-Mestre, como pode a vida ser uma escola, se tantos morrem analfabetos, se outros não têm oportunidade de frequentar uma sala de aula e muitos nem sequer entendem a importância do estudo?
Com muita tranquilidade, redarguiu o velho mestre:
-No entanto, não há quem passe pela vida sem ter a oportunidade de valiosas lições.
-É verdade que muitos se veem analfabetos ao longo da existência ou pouca oportunidade de estudo se lhes apresenta.
-Porém, as lições da vida não são somente para o cérebro. Muitas delas e, talvez, as mais importantes, são para o coração.
-Quando conseguimos calar perante a ignorância alheia é a lição da humildade e paciência que a vida nos oferece.
-Quando nos tornamos solidários, temos compaixão, auxiliando alguém em dificuldade, é a lição do amor fraterno que a vida nos oportuniza.
-E quando as dores da alma nos chegam, como a rasgar nossas entranhas, parecendo nos dilacerar e aguardamos e esperamos, é a lição da fé e resignação que a vida nos apresenta.
-Assim meu filho, ninguém pode passar pela existência alegando que não teve oportunidades excelentes de aprendizado.
-O que pode ocorrer é que muitos de nós somos alunos ainda muito indisciplinados e rebeldes para essa escola abençoada.
-Mergulhados nas ilusões de que o mundo é apenas um parque de diversões, no qual se deve usufruir de todos os prazeres fugidios que ele nos ofereça, poucos nos damos conta das importantes lições da vida.
-Devemos encarar cada dia que se inicia como nova oportunidade de aprender coisas para a mente, mas também para o coração.
-Afinal, dia virá em que seremos convidados a nos apartar do corpo que nos serve, nesta existência, e seguiremos apenas com aquilo que conseguirmos carregar, na mente e no coração.
-Por isso podemos dizer que o hoje é a oportunidade para a construção de dias futuros felizes, ou um amanhã de tristezas, quando aportarmos em outro momento da vida.
-Tudo dependerá do aproveitamento das lições. E do que guardarmos em nossa intimidade.
-Assim, meu filho, podemos dizer que o céu ou o inferno, a felicidade ou a desdita depois desta vida estão somente em nossas mãos, em bem ou mal aproveitarmos as lições desta escola.
Finalizando sua explicação, o velho ancião afastou-se, dando oportunidade para o jovem ficar a sós, repassando na mente as profundas reflexões do mestre sábio.
21 de junho de 2012
Saúde Mental dos portugueses
Transcrição do artigo do médico psiquiatra Pedro Afonso,publicado no Público
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projeto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a atual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos
ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os diretores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de
desemprego em Portugal afeta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à atividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal coletiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o
estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destas perturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projeto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a atual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos
ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os diretores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de
desemprego em Portugal afeta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à atividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal coletiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o
estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra
12 de junho de 2012
Às vezes

Às vezes... o profundo que pressupões não tem fim;
Às vezes... a ida parece não ter volta;
Às vezes... a lagrima insiste em rolar, e parece não ter fim;
Às vezes... pensamos estar sós, e não ter um ombro próximo para nos acalentar;
Às vezez... odiar é muito fácil e amar é complicado;
Às vezes... a vingança parece o caminho mais curto e perdoar tão impossível;
Às vezes... tudo se complica.O certo se torna errado e o errado certo;
Às vezes... Os pés se cansam na jornada tão longa e cansativa;
Às vezes... Perdemos as expectativas e achamos tão atrativa a desistência e complicado é tudo á nossa frente;
e perguntamos : Como será? Porquê? E agora?
Às vezes... esquecemos ás vezes... somos esquecidos;
Às vezes... Lembramos às vezes... somos lembrados;
Às vezes... falamos mesmo que calados;
Às vezes... Calamos nos gestos, e outras tantas afogamos no profundo do nosso intimo
e nos trancamos dentro de nossas portas, dentro de nosso mundinho todas nossas magoas e decepções;
Às vezes... esquecemos que a vida é bem além, bem maior, e que o mundo é grande e muito além do nosso próprio, do que criamos;
e quem o fez é infinito, e infinitamente capaz de nos fazer superar tudo;
Às vezes... Olhamos para baixo, outras para o alto;
Às vezes... Como criação que somos, esquecemos que quase sempre o sol brilha;
Sol que faz as folhas brotarem, e surgir o verde no lugar do amarelado;
O Oasis em lugar do deserto, deserto que às vezesé tão perto...
Há vitória no lugar de derrota, sucesso em vez de fracasso;
É, o "às vezes"... aos poucos vai se transformando no "sempre"... Sempre!
E o sempre, sempre traz Constancia, e a Constancia, elegância...
e assim descobrimos a beleza de se viver, de insistir, de se superar;
e de ser simplesmente... Nós.
Leorena
11 de junho de 2012
O Elogio da Pobreza
A certa altura da nossa história chamar de pobre a alguém era qualquer coisa que estigmatizava a pessoa ou determinado conjunto de pessoas.
Em portugal sempre ligamos muito aos adjectivos e chamar de pobre como chamar de cigano ou "Zé ninguém", sempre criou uma distância entre quem classsifica e quem é tristemente classificado; isto além de ferir a pessoa que é adjectivada. Por terras Lusas sempre fomos muito doutos em estabelecer hierarquias, em dar rakings, em dividir por patentes a determinado conjunto de pessoas ou familias.
Os pobres e os ricos; os burgueses e a plebe; o funcionário e o doutor, o engenheiro e o assalariado; o patrão e o empregado... etc,etc.
Mas existem alturas no decorrer de um ciclo civilizacional em que as palavras parece que se revoltam contra a sua condição e ganham novo significado, novo brilho, enobrecem-se e transmutam-se a elas mesmas.
E é o que parece que está a acontecer com a palavra pobre.
Parece-me a mim que ser pobre nos dias que correm não é necessáriamente mau.
Ser pobre, mas pobre de verdade, é até algo que faz muita falta, algo bom?
Em primeiro lugar quase ninguém é pobre nos dias de hoje! Este é o primeiro ponto que é óbvio e está claro para toda a gente. Já não existem pobres como no tempo dos nossos avós em que a unica refeição do dia era uma tigela de sopa, e o simples facto de se ter uma galinha era um bom trunfo! Se existe pobreza, não sei que pobreza é, expliquem-me! Mas atrevo-me a dizer que talvez pela escassez, ser pobre nos dias de hoje seria algo muito útil, e muito nobre.
Por esta altura já o significado da palavra pobre sofre uma transformação, arrisco-me a dizer uma verdadeira metamorfose. É como se a palavra se rebela-se contra a sua condição de sempre e procura-se uma mudança.
Nós não sabemos o que é ser pobre! Ser pobre, mas pobre de verdade, pobre como antigamente, talvez fosse ser rico nos dias que correm! Quem sabe?
O pobre por natureza e por condição sempre esteve mais ligado á natureza do que o rico. O pobre é atento ao detalhe e sabe maravilhar-se com as pequenas coisas.
Se uma flôr desabrocha isso é magnífico... especialmente se essa flôr der fruto! Se o vento sopra de oeste é aguaceiros fortes; se este verão está muito quente é bom para a cebola se for bem regada; se o tempo está húmido e nebulado é bom para apanhar caracóis que ainda se faz alguns trocados com a venda.
O pobre sabe os ciclos da lua, quando se semeia e quando se deve transplantar, colher ou fazer as enxertias.
O pobre viveria, quem sabe, naquele conforto de ter a Natureza, ela mesma, como madrinha, se algo correr mal sabe que pode contar com ela!
O pobre, mas o pobre de verdade sabe viver com pouco dinheiro e não está mais dependente duma crise económica do que está se este ano não for tão bom na safra do milho. A vida de pobre é simples e este depressa constrói uma casa com os poucos materiáis disponiveis por ai. Se não tem gás cozinha com lenha e se tem conheçe a fruta da época. Um pobre vive facilmente com pouco. Nós se calhar já não!
O pobre como disse é atento e essa pobreza que é virtude e atênção é transversal no relacionamento humano – o pobre trata todos com respeito e quem sabe com afecto. Mas eu que escrevo este artigo não sou nem nada pobre; limito-me a imaginar como seria ser!
O pobre é educado por natureza pois rejeita qualquer artificialismo e sabe intuitivamente o que traz bons frutos ou maus frutos. A título de exemplo uma vez uma pessoa do campo disse-me que detestava coca-cola, e foi nessa espontanea rejeição de um produto artificial que eu me dei conta que estava tão dependente dessa bebida.
Aquele ar de estranheza perante a bebida fez-me pensar no que é que eu andava a consumir e aceitava tão normalmente. Isto a título de exemplo...
O que eu quero apontar com este artigo é que ser pobre pode ter as suas vantagens e nos tempos que correm ser pobre, mas pobre mesmo, talvez fizesse falta a muita gente.
Não pelo facto de passar fome, ou como atitude masoquista ou austera, mas pelo facto de respeitarmos mais os outros, de não dar-mos adjectivos a palavras que talvez nem conheçamos o significado; e também pelo facto conhecer um pouco melhor a natureza, saber viver com o necessário e um pouco mais livre de artificialismos.
Ser pobre... quem dera a muitos!
Hoje a pobreza talvez seja outra! Sabem qual?
Marco Filipe da silva Lucas em 10 junho 2012 às 22:36
31 de maio de 2012
Perdão
O julgamento precipitado pode vir a ser o "fracasso da compreensão", porque perdoar é, acima de tudo, a habilidade de compreender dificuldades.
O autoperdão consiste em fazer o nosso melhor hoje, abandonar as mágoas do passado e curar as dores do presente e, ao mesmo tempo, legitimar nossos projetos de vida para o futuro.
O passado passou e o único momento que temos é o agora. Basta utilizarmos o perdão e, imediatamente, começaremos a sentir conforto e alívio, pois descarregamos os pesados fardos de culpa, vergonha e perfeccionismo.
Quando erramos, é necessário primeiramente admitir as nossas fraquezas e, em seguida, pedir aos outros que relevem nossas falhas. Somente a partir desse ponto, é que começamos a desfazer as técnicas defensivas e a facilitar a boa comunicação, evitando, assim, a morte do diálogo reconciliador.
O autoperdão é um estado da alma que emerge de nossa intimidade, fazendo-nos aceitar tudo que somos sem nenhum prejulgamento. É quando passamos a entender que nossos aparentes defeitos são, só e exclusivamente, potenciais a ser desenvolvidos.
Por sinal, o julgamento precipitado pode vir a ser o "fracasso da compreensão", porque perdoar é, acima de tudo, a habilidade de compreender dificuldades.
À medida que perdoamos nossos desacertos, começamos também a perdoar as faltas dos outros. Quanto mais compreendermos o outro, avaliando e validando o que ele pensava e como se sentia na hora da indelicadeza, mais facilmente aprenderemos a nos perdoar. O ato do não-perdão a nós mesmos nos acarreta a permanência nas sensações desagradáveis e nas energias negativas - resquícios dos dissabores e desencontros da vida.
Perdoar-nos leva ao cultivo do amor a nós mesmos e, por conseqüência, aos outros; enfim, é a base que mantém a humanidade íntegra e solidária. O autoperdão nos conduz à aceitação plena de nossas potencialidades ainda não desenvolvidas - seja de natureza intelectual, seja de natureza psíquica e emocional - e a uma compreensão maior de que as experiências evolutivas nada mais são que a soma de acertos e erros do passado e do presente.
Os erros acabam-se transformando em lições preciosas e deles podemos retirar as bases seguras para o êxito no futuro.
"Deus não age jamais por capricho e tudo, no Universo, está regido por leis em que se revelam a sua sabedoria e a sua bondade."
"A sabedoria e a bondade de Deus" se refletem constantemente nos atos e atitudes de Jesus de Nazaré. No episódio ocorrido na casa do fariseu Simão, uma prostituta atirasse aos pés do Mestre, cobrindo-os de beijos, lavando-os com suas lágrimas, enxugando-os com seus cabelos e untando-os com um óleo perfumado. Ela é perdoada incondicionalmente: "(...) seus numerosos pecados lhe estão perdoados, porque ela demonstrou muito amor. Mas aquele a quem pouco foi perdoado mostra pouco amor"2.
Deus estava com Jesus e Ele com o Pai; por isso amava, perdoava, estimulava e incentivava a todos sem qualquer distinção.
A Bondade e a Sabedoria Providencial está e sempre esteve nos amando e perdoando, não importa o grau da escala evolutiva em que estamos situados ou o que estejamos fazendo. O amor o da Misericórdia Divina é incondicional - não depende de nenhum tipo de restrição ou limitação. Ama, simplesmente por amar.
Uma introspecção a respeito desse amor incondicional que a Divindade tem para conosco é extremamente importante para o autoperdão. Se Deus nos ama e nos aceita como somos hoje, por que haveríamos de tomar uma atitude contrária à postura divina?
Entretanto, o autoperdão não significa paralisarmos nossas atividades evolutivas, acomodando-nos em nossas deficiências, fragilidades ou incapacidades, mas, sim, libertar-nos dos fardos pesados da autopunição que carregamos desnecessariamente.
O autoperdão nos traz paz de espírito, habilidade para amar e ser amados e possibilidades para dar e receber serenidade. Ele nos livra do cultivo de uma fixação neurótica em fatos do passado, o qual nos impede o crescimento no presente.
Perdoar-nos elimina a idéia fixa no remorso por algo que aconteceu ontem e a ansiedade do que poderá ser revelado ou vir a acontecer amanhã.
Texto Extraído do Livro: "Os Prazeres da Alma" de Hammed.
Psicografado por: Francisco do Espírito Santo Neto.
28 de maio de 2012
Nunca diga que algo é impossível...
Nunca diga que algo é impossível...
As coisas são no máximo improváveis. Nunca impossíveis!
Nunca desista antes de tentar, e, se você for se arrepender de algo, não se arrependa do que você fez, e sim do que você deixou de fazer...
Porque tentar e errar, é ao menos aprender; enquanto, que nem mesmo tentar é desperdício.
Não desperdice nenhuma oportunidade na sua vida; Afinal, a sorte não bate todo dia à nossa porta.
Tenha discernimento para saber o que é certo e o que é errado;
Tenha a sua própria cabeça; Não se deixe influenciar;
Mas saiba ouvir sempre a opinião dos outros, principalmente, saiba admitir os seus erros.
Seja humilde e fiel sempre....Fiel consigo mesmo.
Seja como for, com quem for.....
Seja com um amigo, alguém especial ou com um objetivo não importa!
Tenha fidelidade no que você acredita!
A vida é bela e as esperanças nunca devem acabar; Assim como não deve acabar o amor que existe dentro de nós .
Saiba sobreviver às tristezas; Saiba erguer-se após cada queda;
E saiba amar sem medo..Pois o medo não nos traz nada
Apenas leva!!
Ame de corpo e alma...Mesmo que depois esse amor acabe;
Aproveite cada momento; Cada segundo do seu viver!
Não deixe morrer esse anjo que há dentro de cada um de nós...
Esse anjo chamado AMOR;
Esse anjo que dá toda luz necessária para a nossa vida.
Não tenha ódio por ninguém, mesmo que desejem e façam o pior para si;
Pois, se você houver ódio, o seu escudo, que é o amor cai e então, poderão atingi-lo !
Tenha apenas piedade dessas pessoas
Pois elas poderão matar o anjo do seu interior, e se esqueceram que somos todos iguais, e merecemos respeito, carinho e felicidade.
Estamos aqui em busca da felicidade, não só da nossa, mas também dos outros....
E não é difícil encontrá-la. Está dentro de nós!
E com certeza a merecemos !!
Vamos "correr" atrás de nossos sonhos, porque sem eles, não chegamos a lugar nenhum
Temos que ir atrás do que desejamos
Toda vez que passar por um momento difícil, erga sua cabeça, olhe para o céu e diga:
Tenho fé na vida e tudo vai dar certo!
Ore e agradeça a Deus pela Oportunidade,
Pois é como dizem: "No fim, o que conta é a maneira como encaramos os desafios e os obstáculos da vida e como cuidamos dela"
As coisas são no máximo improváveis. Nunca impossíveis!
Nunca desista antes de tentar, e, se você for se arrepender de algo, não se arrependa do que você fez, e sim do que você deixou de fazer...
Porque tentar e errar, é ao menos aprender; enquanto, que nem mesmo tentar é desperdício.
Não desperdice nenhuma oportunidade na sua vida; Afinal, a sorte não bate todo dia à nossa porta.
Tenha discernimento para saber o que é certo e o que é errado;
Tenha a sua própria cabeça; Não se deixe influenciar;
Mas saiba ouvir sempre a opinião dos outros, principalmente, saiba admitir os seus erros.
Seja humilde e fiel sempre....Fiel consigo mesmo.
Seja como for, com quem for.....
Seja com um amigo, alguém especial ou com um objetivo não importa!
Tenha fidelidade no que você acredita!
A vida é bela e as esperanças nunca devem acabar; Assim como não deve acabar o amor que existe dentro de nós .
Saiba sobreviver às tristezas; Saiba erguer-se após cada queda;
E saiba amar sem medo..Pois o medo não nos traz nada
Apenas leva!!
Ame de corpo e alma...Mesmo que depois esse amor acabe;
Aproveite cada momento; Cada segundo do seu viver!
Não deixe morrer esse anjo que há dentro de cada um de nós...
Esse anjo chamado AMOR;
Esse anjo que dá toda luz necessária para a nossa vida.
Não tenha ódio por ninguém, mesmo que desejem e façam o pior para si;
Pois, se você houver ódio, o seu escudo, que é o amor cai e então, poderão atingi-lo !
Tenha apenas piedade dessas pessoas
Pois elas poderão matar o anjo do seu interior, e se esqueceram que somos todos iguais, e merecemos respeito, carinho e felicidade.
Estamos aqui em busca da felicidade, não só da nossa, mas também dos outros....
E não é difícil encontrá-la. Está dentro de nós!
E com certeza a merecemos !!
Vamos "correr" atrás de nossos sonhos, porque sem eles, não chegamos a lugar nenhum
Temos que ir atrás do que desejamos
Toda vez que passar por um momento difícil, erga sua cabeça, olhe para o céu e diga:
Tenho fé na vida e tudo vai dar certo!
Ore e agradeça a Deus pela Oportunidade,
Pois é como dizem: "No fim, o que conta é a maneira como encaramos os desafios e os obstáculos da vida e como cuidamos dela"
17 de maio de 2012
Sessões individuais de auto conhecimento
Nestas sessões individuais fazemos uma viagem ao interior, podemos tratar ou abordar qualquer assunto, questão, mal-estar físico ou emocional. Porque entendo que temos a capacidade de mudança, e sempre que algo está a acontecer no exterior, é um reflexo do que se passa no nosso interior.
“Quem olha para fora sonha, quem olha para dentro desperta” Carl Jung
Enquanto terapeuta, conduzo a sessão de forma a que a própria pessoa tome consciência dos motivos e do porquê estar nesse estado e/ou algo que a possa estar a incomodar, questionando e descobrir por si própria os passos a dar ou a direcção a tomar. Podemos ir através do método terapêutico do Teatro Dinâmico (síntese de psicodrama, constelações e xamanismo), Terapia Regressiva (Deep Memory Process), Processo de Sombra, e/ou outras técnicas, visto cada pessoa ser um ser único e individual, com as suas próprias necessidades e o seu próprio entendimento e tempo.
Em cada sessão, conforme a questão que houver no momento, trabalha-se de forma a poder auxiliar na mudança necessária para a sua vida ou questão específica, para que a pessoa se torne mais completa e assim a vida flua mais livremente, na sua forma original e com o seu maior potencial.
Cada sessão pode demorar entre uma hora e meia a duas horas
Por: Rita Alves
http://www.educacaoemocional.net/
Marcações: 917433609 - sakura.centroterapias@gmail.com
16 de maio de 2012
MEDINDO AS RIQUEZAS DO SER HUMANO!!!
“Tenho a intenção de processar a revista "Fortune" porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço. Aparecem: o sultão de Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro.
Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros, e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga.
Mas eu não sou mencionado na revista.
E eu sou um homem rico, imensamente rico. Como não? vou mostrar-vos:
Eu tenho vida, que eu recebi não sei porquê, e saúde, que conservo não sei como.
Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para a minha; filhos maravilhosos, dos quais só recebi felicidades; e netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.
Eu tenho irmãos que são como meus amigos, e amigos que são como meus irmãos.
Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos, e a quem amo apesar dos meus defeitos.
Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes porque eles lêem o que eu mal escrevo.
Eu tenho uma casa, e nela muitos livros (minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa).
Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim, que todo ano me dá maçãs e que iria reduzir ainda mais a presença de Adão e Eva no Paraíso.
Eu tenho um caõ que não vai dormir até que eu chegue, e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.
Eu tenho olhos que vêem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam; cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros, mas que para mim não haviam ocorrido nunca.
Eu sou a herança comum dos homens: alegrias para apreciá-las e compaixão para irmanar-me aos irmãos que estão sofrendo.
E eu tenho fé em Deus que vale para mim amor infinito.
Pode haver riquezas maiores do que a minha?
Por que, então, a revista "Fortune" não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta? "
E você, como se considera? Rico ou pobre?
Há pessoas pobres, mas tão pobres, que a única coisa que possuem é ... DINHEIRO.
Fabuloso texto escrito por Armando Fuentes Catón, jornalista mexicano
Felicidade
O caminho para a felicidade não é reto.
Existem curvas chamadas EQUÍVOCOS,
Existem semáforos chamados AMIGOS,
Luzes de cautela chamadas FAMÍLIA,
E tudo se consegue se tens: um estepe chamado DECISÃO,
Um motor poderoso chamado AMOR,
Um bom seguro chamado Fé,
Combustível abundante chamado PACIÊNCIA,
Mas acima de tudo um motorista habilidoso chamado DEUS!
A vida me ensinou que as pessoas são amigáveis, se eu sou amável,
Que as pessoas são tristes, se estou triste,
Que todos me querem, se eu os quero,
Que todos são ruins, se eu os odeio,
Que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrio,
Que há faces amargas, se eu sou amargo,
Que o mundo está feliz, se eu estou feliz,
Que as pessoas ficam com raiva quando eu estou com raiva,
Que as pessoas são gratas, se eu sou grato.
A vida é como um espelho: se você sorri para o espelho, ele sorri de volta.
A atitude que eu tome perante a vida é a mesma que a vida vai tomar perante mim.
"Quem quer ser amado, AME"
15 de maio de 2012
Hora de me Renovar! - 19 Maio

19 MAIO
14H – 16H
Sakura Chaves
Fechar ciclos!
Arrancar o mal pela raíz, afastar o que me faz mal. Daqui para a frente , só o que me faz bem por perto.
Nada que me prenda , que me maltrate, que me sufoque,que me ponha para baixo.
Nem que doa isto vai mudar.Estou a precisar de sacudir a poeira, de começar de novo.
Menos máscaras, mais leveza.
Respirar fundo e tentar ser feliz.
Hora de me renovar!
Talvez pense que está a deixar de viver muitas coisas, mas talvez não esteja.
Você pode nem acreditar, mas neste momento existe alguém que gostaria de estar exatamente no seu lugar.
Tudo bem, talvez você não tenha a família perfeita ou o emprego dos seus sonhos. O lugar em que vive pode não ser o melhor lugar do mundo, talvez nunca tenha feito algo que você realmente quis ou que fosse significante, mas lembre-se: você sempre pode mudar isso. É uma questão de escolha – e toda escolha demanda sabedoria.
Muitos dos problemas familiares não são, necessariamente, um problema familiar, mas um problema de sabedoria. Às vezes falta tato e maturidade para lidar com determinadas situações.
Muito do sentimento de vazio que porventura te assalta também é um problema de sabedoria: falta discernimento para compreender e reconhecer o bem que há no seu estado e, acredite, você ama o lugar em que você vive, por mais que isto não pareça verdade.
Aquele desejo enorme de voar... tanto céu, tanto ar, também é apenas mais um problema de discernimento: podemos voar, não há correntes a amarrar os teus pés...
Mas toda escolha tem suas desvantagens e você precisa ter "estofo" para elas. Se você decide não voar por qualquer coisa que você supõe que te prenda, lembre-se, isto também é escolha sua, e se não te faz feliz inicialmente, esforce-se para ser feliz durante e finalmente.
Quando reflectimos ganhamos perspectiva - perspectiva que nos pode indicar qual o comportamento e escolhas que devemos fazer/ter .
Isso nos fará mais conscientes, em cada situação, de quais acções podem ser coerentes com o sentido da nossa vida e quais destoam completamente
Destinatários: Todos os que procurem analisar e reflectir sobre a sua vida, encontrar soluções, especificar objectivos de vida e criar um plano de acção e analisar relações com os outros.
Contribuição: 15€
Informações/Inscrições:
sakura.centroterapias@gmail.com - 917433609 - 276 333328
Urbanização da Formiguinha, Bloco 4 - Loja I - Chaves
Carta do Futuro - 2070
Carta escrita em 2070 contando como é a vida na terra, após a falta de atenção da humanidade para o que o meio ambiente suplicava...
O futuro é resultado do que fazemos hoje....E hoje podemos fazer algo!!!!
Autor do Slide: Ria Ellwanger
Música: Pain Of Salvation- Vocari Dei
O futuro é resultado do que fazemos hoje....E hoje podemos fazer algo!!!!
Autor do Slide: Ria Ellwanger
Música: Pain Of Salvation- Vocari Dei
10 de maio de 2012
Dharma ou Propósito de Vida - 20 Maio
Todos nós temos um propósito. Algo que faz parte da nossa essência, que dá sentido à nossa existência.
É o que nos indica o caminho a seguir, entre tantos que se apresentam.
Um propósito é maior do que a sua personalidade, do que suas crenças e do que você aprendeu com as outras pessoas e com o mundo sobre si próprio. É o que permite o desenvolvimento do seu potencial e o leva a fazer diferença no mundo.
Um propósito claro é a fonte da felicidade, do brilho, da paixão e da realização interior. Sem isso não há como traçar um caminho para a realização pessoal.
Pessoas que bloqueiam a consciência do seu propósito correm o risco de viverem vidas sem sentido, como um barco à deriva, sem porto de chegada.
Quando você está a cumprir seu propósito de vida, o trabalho deixa de ser trabalho, e torna-se prazer, e você diverte com o que outros chamam de trabalho. Porque o que está a fazer é expressar seu potencial no mundo.
Não há dinheiro, sucesso, beleza que valha mais do que isso.
Ao ter senso de propósito você para de se preocupar com a vida. E se ocupa com o presente, vivendo a alegria de estar aqui e agora.
Um workshop interactivo de profunda busca.
Paul Milhazes
20 MAIO - 14H
Local: Sakura Centro Terapias -Penafiel
29 de abril de 2012
Alegria e Felicidade
Porque para ser feliz precisa-se de saúde?
Porque para ser feliz precisa-se de dinheiro?
Porque para ser feliz precisa-se de paz?
Porque ter? Precisar?
A felicidade não se encontra, não se busca. Jamais podereis ser feliz se buscas a felicidade fora de si.
Tudo o que torna dependente não pode trazer felicidade, visto que a felicidade não pode ser escolha, pois que escolha é dividir-se entre duas possibilidades e delas a que você considera melhor ainda assim não será o todo sonhado.
Vive-se uma época em que estar bem não é estar ou ser, mas ter. Ter a felicidade está se tornando mais importante do que ser feliz.
É muito comum confundir-se felicidade com alegria. Felicidade não pode ser um estado intermitente, não pode ter prazo e nem limite, pois que não seria felicidade.
Vive-se uma época em que estar bem não é estar ou ser, mas ter. Ter a felicidade está se tornando mais importante do que ser feliz.
É muito comum confundir-se felicidade com alegria. Felicidade não pode ser um estado intermitente, não pode ter prazo e nem limite, pois que não seria felicidade.
Como dizer "sou feliz" se ao receber uma má notícia "sou triste"?
O estado intermitente de satisfação não é felicidade, mas sim alegria. Não se pode estar feliz agora e triste depois, mas pode-se estar alegre agora e não estar depois.
Coisas materiais podem trazer alegria mas jamais a felicidade. A felicidade só pode ser alcançada com o equilíbrio.
Coisas materiais podem trazer alegria mas jamais a felicidade. A felicidade só pode ser alcançada com o equilíbrio.
A partir do momento em que não se sente necessidade de qualquer coisa, material ou não, a partir do momento em que se está em pleno equilíbrio espiritual, a partir daí se é feliz, a partir daí não há retorno.
"Não Deseje e não sofra! O desejo é a alma do sofrer."
Buda
"Não Deseje e não sofra! O desejo é a alma do sofrer."
Buda
Silenciar a mente...
“Conta-se que um homem que se sentia muito infeliz devido a uma doença e perdas familiares, saiu de sua vila para falar com um Grande Mestre, que habitava num templo em outra vila. O homem queria que o Mestre lhe explicasse as causas de seu infortúnio.
Chegando ao templo, o forasteiro encontra o Mestre no jardim praticando bastão com seus discípulos, todos compenetrados num silencio imenso.
O homem ficou em pé esperando ser visto ou que lhe dirigissem a palavra, porem só havia um grande silêncio harmônico, que só o deixava mais ansioso. Subitamente, se atira aos pés do sábio, chorando e gritando: “Grande Mestre, olha para mim, escuta-me, mostra-me as causas de meus sofrimentos. Por que isto acontece a mim? Por que estes eventos me perseguem?"
O Sábio, sem se abalar, olha com compaixão e diz: “Agora não posso te responder nada, não assim como estás; só falas de doenças, perdas e infelicidade. Se te respondo, não compreenderas, pois a mente ocupada pela doença, por sentimentos de perda ou infelicidade, não o permite. Volta para tua casa e só retornes quando melhorares.”
“Então, nada me falarás? Não posso retornar para casa de mãos vazias, tens de falar o que quero saber.”- retruca o forasteiro.
“Digo algo para ti: teu interior está tumultuado, como um mar numa tempestade; tudo está perdido neste turbilhão. Estás como um cego a caminhar no escuro. Indico este meu discípulo mais jovem, para que te sirva de guia e dou-lhe meu bastão que te sirva de apoio. Como não queres voltar, irás com ele para uma cabana que temos ali na montanha, onde exercitarás bons hábitos, praticas físicas e de meditação, até ser chamado de volta” - sentencia o Mestre.
Subindo a montanha, o suplicante descobre que o jovem guia faz a prática do silêncio e deverá ficar sem falar até voltar para o convívio do templo.
Passam-se os dias e o mais velho começa a seguir a rotina do mais jovem: saudar o sol pela manhã, exercitar-se com o bastão, caminhar pelo planalto, parando para perceber o vento tocar na pele. À tarde meditavam e à noite contemplavam a lua. Todo mês subia um monge para levar comida, instruído para dar a mesma resposta caso o visitante perguntasse quando deveria rever o Mestre, o que sempre acabava acontecendo: “Ainda não é o momento”.
Dia após dia, os dois eremitas se concentravam na rotina de atividades e com o passar do tempo, o forasteiro já não se lamentava mais, tampouco os fatos remoíam em seu interior.
Certo dia, vendo a lua, que estava cercada de nuvens, ia comentar que as nuvens lá estavam para estragar a bela visão, quando tomou consciência de que tudo era perfeito: as nuvens eram apenas passageiras, que nada tinham a ver com a presença da lua, tampouco existia uma intenção de atrapalhar, elas apenas estavam por ali. A lua sempre esteve ali, assim como as estrelas, o cosmo, as montanhas; simplesmente estavam lá.
Tomou consciência que assim eram os eventos da Existência, eles apenas ocorrem. A mente egóica é que afirma existirem razões para que aconteçam com esta ou aquela pessoa. Olhando a lua, respirou profundamente e saboreou a sensação do frio da noite em sua pele, pois era isto que se apresentava no momento. Sua mente estava vazia, seu coração pacificado.
Naquela noite teve o melhor sono dos últimos anos, assim como, daquele dia em adiante; não mais perguntava pelo retorno ao templo ou pelo Grande Mestre.
Quando ia completar um ano de retiro, o Grande Mestre mandou um emissário avisar aos dois eremitas que já era hora do retorno e se o forasteiro queria as explicações quando chegasse ao templo.
“Diga ao Mestre que daqui retorno para minha vila, já ouvi todas as explicações dele vindas daqui mesmo, não existem mais perguntas.” - disse o forasteiro apontando para o seu coração.
Ao retornar para a vila, os habitantes não reconheceram o antigo vizinho; estava muito mudado, com um semblante diferente. Curiosos, perguntaram o que tinha acontecido, e o homem respondeu:
- “Mudando de hábitos e meditando, pacifiquei a minha mente. Agora, mesmo à distancia, ouço as respostas do Mestre; elas estavam aqui dentro, eu apenas não as escutava, pois a mente estava repleta.”
Chegando ao templo, o forasteiro encontra o Mestre no jardim praticando bastão com seus discípulos, todos compenetrados num silencio imenso.
O homem ficou em pé esperando ser visto ou que lhe dirigissem a palavra, porem só havia um grande silêncio harmônico, que só o deixava mais ansioso. Subitamente, se atira aos pés do sábio, chorando e gritando: “Grande Mestre, olha para mim, escuta-me, mostra-me as causas de meus sofrimentos. Por que isto acontece a mim? Por que estes eventos me perseguem?"
O Sábio, sem se abalar, olha com compaixão e diz: “Agora não posso te responder nada, não assim como estás; só falas de doenças, perdas e infelicidade. Se te respondo, não compreenderas, pois a mente ocupada pela doença, por sentimentos de perda ou infelicidade, não o permite. Volta para tua casa e só retornes quando melhorares.”
“Então, nada me falarás? Não posso retornar para casa de mãos vazias, tens de falar o que quero saber.”- retruca o forasteiro.
“Digo algo para ti: teu interior está tumultuado, como um mar numa tempestade; tudo está perdido neste turbilhão. Estás como um cego a caminhar no escuro. Indico este meu discípulo mais jovem, para que te sirva de guia e dou-lhe meu bastão que te sirva de apoio. Como não queres voltar, irás com ele para uma cabana que temos ali na montanha, onde exercitarás bons hábitos, praticas físicas e de meditação, até ser chamado de volta” - sentencia o Mestre.
Subindo a montanha, o suplicante descobre que o jovem guia faz a prática do silêncio e deverá ficar sem falar até voltar para o convívio do templo.
Passam-se os dias e o mais velho começa a seguir a rotina do mais jovem: saudar o sol pela manhã, exercitar-se com o bastão, caminhar pelo planalto, parando para perceber o vento tocar na pele. À tarde meditavam e à noite contemplavam a lua. Todo mês subia um monge para levar comida, instruído para dar a mesma resposta caso o visitante perguntasse quando deveria rever o Mestre, o que sempre acabava acontecendo: “Ainda não é o momento”.
Dia após dia, os dois eremitas se concentravam na rotina de atividades e com o passar do tempo, o forasteiro já não se lamentava mais, tampouco os fatos remoíam em seu interior.
Certo dia, vendo a lua, que estava cercada de nuvens, ia comentar que as nuvens lá estavam para estragar a bela visão, quando tomou consciência de que tudo era perfeito: as nuvens eram apenas passageiras, que nada tinham a ver com a presença da lua, tampouco existia uma intenção de atrapalhar, elas apenas estavam por ali. A lua sempre esteve ali, assim como as estrelas, o cosmo, as montanhas; simplesmente estavam lá.
Tomou consciência que assim eram os eventos da Existência, eles apenas ocorrem. A mente egóica é que afirma existirem razões para que aconteçam com esta ou aquela pessoa. Olhando a lua, respirou profundamente e saboreou a sensação do frio da noite em sua pele, pois era isto que se apresentava no momento. Sua mente estava vazia, seu coração pacificado.
Naquela noite teve o melhor sono dos últimos anos, assim como, daquele dia em adiante; não mais perguntava pelo retorno ao templo ou pelo Grande Mestre.
Quando ia completar um ano de retiro, o Grande Mestre mandou um emissário avisar aos dois eremitas que já era hora do retorno e se o forasteiro queria as explicações quando chegasse ao templo.
“Diga ao Mestre que daqui retorno para minha vila, já ouvi todas as explicações dele vindas daqui mesmo, não existem mais perguntas.” - disse o forasteiro apontando para o seu coração.
Ao retornar para a vila, os habitantes não reconheceram o antigo vizinho; estava muito mudado, com um semblante diferente. Curiosos, perguntaram o que tinha acontecido, e o homem respondeu:
- “Mudando de hábitos e meditando, pacifiquei a minha mente. Agora, mesmo à distancia, ouço as respostas do Mestre; elas estavam aqui dentro, eu apenas não as escutava, pois a mente estava repleta.”
18 de abril de 2012
A Arte de Não Adoecer
Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em cancro. Então vamos desabafar,
confidenciar, partilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados.
O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia.
Se não quiser adoecer - "Tome decisões"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões.
Se não quiser adoecer - "Tome decisões"
A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A
indecisão acumula problemas, preocupações, agressões.
A história humana é feita de decisões.
Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagem e valores para ganhar outros.
As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo quelamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções"
Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor é acender o fósforo quelamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos.
O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências"
Quem esconde a realidade finge, faz pose, quer sempre dar a impressão que está bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso... uma estátua de bronze, mas com pés de barro.
Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas.
São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se"
A rejeição de si próprio, a ausência de auto-estima, faz com que sejamos algozes de nós mesmos.
Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores.
Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar as críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria raízes profundas, não sabe fazer amizades verdadeiras.
Se não quiser adoecer - "Confie"
Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria raízes profundas, não sabe fazer amizades verdadeiras.
Sem confiança, não há relacionamento.
A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste"
O bom humor, o riso, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem vida longa.
A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive.
"O bom humor nos salva das mãos do doutor".
Alegria é saúde e terapia.
Dr. Dráuzio Varella
Dr. Dráuzio Varella
13 de abril de 2012
10 Mandamentos da Serenidade
Os Dez Mandamentos da Serenidade
1. Só por hoje tratarei de viver exclusivamente este meu dia, sem querer resolver o problema da minha vida, todo de uma vez;
2. Só por hoje terei o máximo cuidado com o meu modo de tratar os outros: delicado nas minhas maneiras; não criticar ninguém, não pretenderei melhorar ou disciplinar ninguém senão a mim;
3. Só por hoje me sentirei feliz com a certeza de ter sido criado para ser feliz não só no outro mundo, mas também neste;
4. Só por hoje me adaptarei às circunstâncias, sem pretender que as circunstâncias se adaptem todas aos meus desejos;
5. Só por hoje dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, lembrando-me que assim como é preciso comer para sustentar meu corpo, assim também a leitura é necessária para alimentar a vida da minha alma;
6. Só por hoje praticarei uma boa ação sem contá-la a ninguém;
7. Só por hoje farei uma coisa de que não gosto e se for ofendido nos meus sentimentos procurarei que ninguém o saiba;
8. Só por hoje farei um programa bem completo do meu dia. Talvez não o execute perfeitamente, mas em todo o caso, vou fazê-lo. E me guardarei bem de duas calamidades: a pressa e a indecisão;
9. Só por hoje ficarei bem firme na fé de que a Divina Providência se ocupa de mim, mesmo se existisse só eu no mundo – ainda que as circunstâncias manifestem o contrário;
10. Só por hoje não terei medo de nada. Em particular, não terei medo de gozar do que é belo e não terei medo de crer na bondade.
Papa João XXIII
(Traduzido da revista espanhola “Mensageiro”, nº 997, pág. 59)
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