Estes remédios não provocam alergias, não causam efeitos secundários nem criam habituação.
Está baseada no princípio dos Similares, o que quer dizer que se pode curar uma doença com um produto que dado em doses ponderadas pode criar num indívíduo sadío sintomas semelhantes aos manifestados pelo doente.
Objectivos:
A prática homeopática não inclui a cirurgia nem o emprego de drogas químicas. A terapêutica homeopática baseia-se na recolha de informação dos sintomas (diagnóstico da doença), e com base nesses sintomas e no terreno do paciente (diagnóstico do terreno) selecciona o remédio com as características similares a esses sintomas (diagnóstico do remédio). Este estimulará a homeostase (a capacidade natural de todo ser humano para recuperar a saúde). O paciente eliminará a doença por si mesmo.
A grande diferença entre a Medicina Alopática (convencional) e a Homeopática
Tomemos como exemplo uma pessoa com uma infecção. A medicina Alopática (convencional) baseia-se no princípio de que o micróbio é o vilão e para tal prescreve antibióticos de forma a eliminá-lo.
Por outro lado a Homeopatia sustém que o estreptococo beta hemolítico está presente no ar que respiramos.
Se o João se infectou e outras 99 pessoas que respiram o mesmo ar não, isto significa que o João tem um terreno propenso ás infecções. Isto quer dizer que o João não está doente porque se infectou. João infectou-se porque o seu terreno está debilitado.
Daí que a Homeopatia se concentra a prescrever remédios de forma a que o paciente recupere o equilíbrio do seu terreno e consequentemente do seu sistema imunológico.
Alguma história:
O fundador da homeopatia é o médico alemão SAMUEL HAHNEMANN, nascido na Saxónia em 1755, morreu em Paris em 1843.
A sua principal obra intitula-se “L’Organon de l’art de guérir” (Organon da Arte de Curar) onde expõem toda a metodologia homeopática.
Foi fortemente influenciado por dois médicos, o doutor Antoine Stoerck, médico vienense que descobriu o princípio da similitude e foi o primeiro a estudar a acção das doses pequeníssimas e infinitesimais nos anos de 1760.
O outro, o doutor Cullen, de Glasgow, estabeleceu em 1789, um repertório com o propósito de classificar de forma racional a acção das diferentes plantas medicinais da época. A sua obra representa a primeira Matéria Médica que Hahnemann traduziu para o alemão em 1790. Esta tradução influenciou a sua forma de raciocínio.
Experimentou nele mesmo os efeitos de China (Quinino) surgindo assim a sua primeira patogenesia de um remédio. A partir daqui fez centenas de experiências ministrando substâncias em homens sãos e registando assim a sintomatologia (patogenesia) de cada uma dessas substâncias criando assim a Matéria Médica Homeopática.
Aperfeiçoou a sua técnica de preparação de remédios diluídos, nos quais processava uma agitação, a dinamização de forma a potencializar os seus efeitos.
Ele próprio dará o nome de “homeopatia” ao seu método terapêutico em 1808.
Em todos os seus trabalhos e pesquisas permaneceu fiel à sua visão global do homem, não separando o corpo do espírito que uniu na mesma noção de terreno.
È por isso que se individualizaram 3 “terrenos mórbidos” (diáteses) para explicar as patologias sucessivas que aparecem num indivíduo. Estas diáteses traduzem a sensibilização do organismo a um determinado agente mórbido.
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