Quem somos...

Sakura Centro de Terapias Para poder realizar a sua Vida, na plenitude das suas capacidades, o Ser Humano tem o direito e o dever de se cuidar e de se preservar. Para tal, os cuidados preventivos, de tratamento e manutenção, com a Saúde, revestem-se de especial atenção. Sakura surge com o intuito de lhe oferecer um vasto leque de opções terapeuticas- bem estar, prevenção e tratamento

25 de novembro de 2011

Tempo de Viver coisas novas


Hoje levantei-me cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia-noite.

É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.

Posso reclamar porque está a chover ou agradecer às águas por lavarem a poluição.

Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.

Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.

Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.

Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter um trabalho.

Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus pela oportunidade da experiência.

Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.

Se as coisas não saíram como planeei, posso gastar os minutos a me lamentar ou ficar feliz por ter o dia de hoje para recomeçar.

O dia está na minha frente esperando para ser vivido da maneira que eu quiser.

E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma às ideias e utilidade às horas. Tudo depende só de mim.

Nesta mensagem atribuída ao saudoso Charlie Chaplin, que encantou o mundo no tempo do cinema mudo, encontramos motivos de reflexões.

Sem dúvida, a vida é feita de escolhas...

O tempo todo fazemos escolhas, elegendo o que fazer e o que não fazer, o que pensar e o que não pensar, em que acreditar e em que não acreditar.

A vida apresenta-nos semre opções. E as escolhas dependem exclusivamente de nós mesmos.

Não há constrangimento algum. Somos senhores absolutos da nossa vontade, no que diz respeito às questões morais.

Se é verdade que às vezes somos arrastados pelas circunstâncias, é porque optamos anteriormente por entrar nesse contexto.

Assim, antes de optar por qualquer das opções que a vida nos oferece, é importante pensar nas consequências que virão em seguida.

Importante lembrar que não estamos no mundo em regime de excepção. Todos estamos na Terra para aprender. E as lições muitas vezes são mais simples do que pensamos.

Não imaginemos que as coisas e circunstâncias desagradáveis só acontecem para nos atingir. Elas fazem parte do contexto em que nos movimentamos junto a milhares de pessoas que vivem na Terra connosco.

* * *

Olhe, em seu jardim, as flores que se abrem e nunca as pétalas caídas.

Contemple, em sua noite, o fulgor das estrelas e nunca o chão escuro.

Observe, em seu caminho, a distância já percorrida e nunca a que ainda falta vencer.

Retenha, em sua memória, risos e canções e nunca os seus gemidos.

Conserve, em seu rosto, as linhas do sorriso e nunca os sinais da mágoa.

Guarde, em seus lábios, as mensagens bondosas e esqueça as maldições.

Conte e mostre as medalhas de suas vitórias e encare as derrotas como uma experiência que não deu certo.

Lembre-se dos momentos alegres de sua vida e não das tristezas.

A flor que desabrocha é bem mais importante do que mil pétalas caídas.

E um só olhar de amor pode levar consigo calor para aquecer muitos invernos.

Seja otimista e não se esqueça de que é nas noites sem luar que brilham mais forte nossas estrelas.



Redação do Momento Espírita, com base em texto
atribuído a Charlie Chaplin e em mensagem
de autoria desconhecida.

23 de novembro de 2011



Ser livre...


"Rir é correr risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental. 
Estender a mão é correr o risco de se envolver. 
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu. 
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas. 
Amar é correr o risco de não ser correspondido. 
Viver é correr o risco de morrer. 
Confiar é correr o risco de se decepcionar. 
Tentar é correr o risco de fracassar. 
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada. 
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. 
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem. 
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade. 
Somente a pessoa que corre riscos é livre!"


- Seneca (orador romano)

17 de novembro de 2011


Ano Novo…
Onde estivemos e para onde vamos  
26 Novembro
15H – 17H30


Vamos reflectir sobre o ano que passou , analisar como foi a nossa vida e como vivemos.

Quando reflectimos ganhamos perspectiva - perspectiva que nos pode indicar qual o comportamento e escolhas que devemos fazer/ter no ano novo. Isso nos fará mais conscientes, em cada situação, de quais acções podem ser coerentes com o sentido da nossa vida e quais destoam completamente

DestinatáriosTodos os que procurem analisar e reflectir sobre a sua vida, encontrar soluções, especificar objectivos de vida e criar um plano de acção e as relações com os outros.

Sakura Porto  -  26 Novembro



Contribuição:  15€
Informações/Inscrições:

15 de novembro de 2011

A quem pertence o presente?

Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.

Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: 'Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?'

'Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?' - perguntou o Samurai. 'A quem tentou entregá-lo' - respondeu um dos discípulos. 'O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos' - disse o mestre. 'Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir...'

Conto Zen.