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Sakura Centro de Terapias Para poder realizar a sua Vida, na plenitude das suas capacidades, o Ser Humano tem o direito e o dever de se cuidar e de se preservar. Para tal, os cuidados preventivos, de tratamento e manutenção, com a Saúde, revestem-se de especial atenção. Sakura surge com o intuito de lhe oferecer um vasto leque de opções terapeuticas- bem estar, prevenção e tratamento

10 de abril de 2012

ACEITAÇÃO ,O INICIO DA TRANSFORMAÇÃO


A primeira impressão que temos quando ouvimos ou pensamos em aceitar, seja uma pessoa, um fato ou uma circunstância é de que nos estaremos a submeter ou a nos subjugar, desistindo de lutar, sendo fracos.

De verdade, se quisermos modificar qualquer aspecto da nossa vida e de nós mesmos,devemos começar aceitando.

A aceitação é detentora de um poder transformador que só quem já experimentou pode avaliar.

É difícil aceitar uma perda
material ou afetiva;
uma dificuldade financeira;
uma doença;
uma humilhação;
uma traição.

Mas a aceitação é um ato de força interior, sabedoria e humildade, pois existem inúmeras situações que não estão sob o nosso controle.

As pessoas são como são, dificilmente mudam.
Não podemos contar com isso.

A única pessoa que podemos mudar, somos nós mesmos, portanto, se não houver aceitação, o que  fizermos é insensato, é insano.

Ser resistente, brigar, revoltar-se, negar, deprimir, desesperar, indignar-se, culpar, culpar-se são reações emocionais carregadas de raiva. Raiva do outro, raiva de si mesmo, raiva da vida. E a raiva destrói, desagrega.

A aceitação é uma força que desconhecemos porque somos condicionados a lutar, a esbravejar, a brigar.

Aceitar não é desistir, nem tão pouco resignar-se.

Aceitar é estar lúcido do momento presente e se assim a vida se apresenta, assim deve ser.

Tudo está coordenado pela Lei da ação e reação.

No instante em que aceitamos, desmaterializamos situações que foram criadas por nós, soluções surgem naturalmente através da intuição ou fatos trazem as respostas e as saídas para o problema.

Tudo é movimento.
Nada é permanente.

Nossa tendência “natural” é resistir, não aceitar combater tudo o que nos contraria e o que nos gera sofrimento. Dessa forma prolongamos a situação. Resistir só nos mantém presos dentro da situação desconfortável, muitas vezes perpetuando e tornando tudo mais complicado e pesado.

Quando não aceitamos nos tornamos amargos, revoltados,frustrados, insatisfeitos, cheios de rancor e tristeza, e esses padrões mentais e emocionais criam mais dificuldades, nunca trazem solução.

Aceitar é expandir a consciência e encontrar respostas, soluções, alívio.

Aceitar é o que nos leva à Fé.

É fundamental entender que aceitar não significa desistir e seguir adiante com otimismo.

Ter muitos propósitos a serem atingidos é nossa atitude saudável diante da vida.

Aceitar se refere ao momento presente, ao agora.

No instante que você aceita, você se entrega ao que a vida quer-lhe oferecer. Novas idéias surgem para prosseguir na direção desejada, saindo do sofrimento.

Por Ana Cristina Pereira

5 de abril de 2012

Mega aula de Tai Chi LASTMO | IPO Porto


1ª Manhã Saudável - Mega aula de Tai Chi LASTMO | IPO Porto

Ajude-nos a juntar 2500 pessoas na maior aula de Tai Chi alguma vez realizada em Portugal! Oferta de kit de participação. Custo de inscrição 2€ - reverte na totalidade a favor da Liga dos Amigos do Serviço de Transplantação de Medula Óssea do IPO Porto.
Inscrições através do email manhasaudavel@gmail.com (nome, bi e idade) ou através do número 926270938



Iniciação de Reiki Nível I



Este curso destina-se a todos que queiram iniciar-se no Reiki ou àqueles que pretendem reiniciar.

Neste nível a pessoa aprende conceitos fundamentais do trabalho energético, recebe informação sobre o que é o Reiki, a sua história, aprende o sistema natural de cura com Reiki (autocura e cura de outros), é iniciado e pratica a cura em grupo.

Ao receber a 1ª iniciação em Reiki, a pessoa torna-se um canal para a Energia Vital Universal.




Todos podemos ser canais de energia Reiki … basta querer! Para se tornar um reikiano praticante, é imprescindível procurar um mestre de Reiki habilitado e receber a iniciação.

Eu, como mestre desperto consciências passando aquilo que sei a todos os que querem aprender, a todos os que estão insatisfeitos com o que lhes ensinaram, a todos os que já se aperceberam que estão aqui, na Terra, para evoluir espiritualmente.

Aproveite esta oportunidade de receber um presente, único e pessoal, conhecido por muitos como «o caminho do Amor para a cura!», que mudará a sua vida para sempre de forma totalmente positiva!


Data: 25 de Abril de 2012

Horário: 9h30h às 18h30


Valor: 75 euros



Inscrições: 91 882 37 51 ou mokacorreia@gmail.com
Inclui Certificado, Manual, CD com Músicas e Refeição Ligeira
Requisitos: mínimo de 3 sessões individuais de tratamento Reiki



Namasté (a Essência que habita em mim saúda a Essência que há em si),
Mónica Correia

Tratamentos de Reiki aos Domingos na Rua D. Afonso II, em Gaia (em frente à RTP)


Visão espírita da Páscoa

Encontramo-nos, mais uma vez, na época da Páscoa.
Páscoa é uma palavra hebraica que significa "libertação". Com o êxodo, a Páscoa hebraica significa a lembrança perene da libertação do povo hebreu da escravidão do Egito, por Moisés.
Como cristãos, somos levados ao longínquo passado ao recordar a passagem de Jesus pela terra, a sua mensagem de perdão aos inimigos e de amor à humanidade inteira. 

Esta época tem para os espíritas um significado muito especial, pois lembra-nos que Jesus, vencendo a morte, nos transmitiu um ensinamento fundamental: o de que a vida continua para além do corpo físico, pois ele fez questão de aparecer aos apóstolos e a Maria de Magdala, após o sepultamento.

Mas, aqui reside uma diferença substancial entre as religiões cristãs e o espiritismo – a crença na ressurreição de Jesus.
Para nós, espíritas, Jesus ressurgiu no seu corpo perispirítico ou espiritual e não com o corpo físico, esse já em decomposição, com danos irreversíveis no cérebro ao fim de pouco tempo, de acordo com a ciência.

As Igrejas cristãs continuam defendendo a ideia de que o Cristo “subiu aos Céus” em corpo e alma, e de que o mesmo sucederá a todos os “eleitos” no chamado “juízo final”.

A doutrina espírita, defensora da lógica e do bom-senso refuta essa teoria, pela impossibilidade física de seres que já faleceram ao longo dos séculos terem os respectivos corpos reconstituídos nas suas estruturas orgânicas no dia do juízo final. Poder-se-ia argumentar que a Deus nada é impossível, mas porque iria Ele derrogar as suas próprias leis naturais, recorrendo a milagres?! Para mostrar o Seu poder aos homens? Mas Deus apenas é. Nada precisa de provar.

Simultaneamente, tal ideia é contra qualquer noção de justiça e de moral, pois mais justa será sempre a concessão ao homem duma nova oportunidade de renascimento, tantas vezes quantas as necessárias, de modo a que este tenha a possibilidade de corrigir os erros cometidos e de evoluir no aprendizado intelecto-moral, de modo a alcançar novos patamares de crescimento, rumo à perfeição.

É pela lei dos renascimentos, que o homem se aproxima de Deus: ao “nascer de novo”, criam-se as condições de igualdade de oportunidades para todos os espíritos e cumprem-se as palavras de Jesus: “em verdade vos digo que ninguém verá a luz dos céus, se não nascer de novo”.

Outro aspecto que desde sempre nos foi transmitido pela religião judaico-cristã tradicional é a noção da “culpa”. Jesus sofreu o processo da crucifixação para nos “salvar” dos nossos “pecados”, cometidos desde Adão e Eva. E aqui em Portugal aí está a procissão do Senhor dos Passos, realizada na Sexta-Feira Santa, simulacro que nos assusta desde tenra idade, do “enterro” de Jesus, realizada à noite, com todo o aparato e negrume necessários à manutenção da nossa “culpa”.

Para os espíritas, que não possuem rituais, nem proibições de comidas ou de trabalho, a Páscoa é a época de lembrar mais uma vez a necessidade da “libertação do homem velho”, no dizer de Celso Martins para que, refletindo no exemplo de Jesus, possa nascer o “Homem Novo”.

Em vez de nos agarrarmos às exterioridades das celebrações pascais, aproveitemos esta época para tentarmos mudar alguns dos nossos hábitos, ser menos egoístas, mais caridosos e amigos com todos os que nos rodeiam. Essa a verdadeira mensagem que Jesus nos deixou e a certeza de que estará sempre ao nosso lado cuidando do nosso orbe e de cada um de nós, auxiliando-nos no reerguimento, após cada uma de nossas quedas.

Comemore, então, meu amigo, uma “outra” Páscoa. Não a do chocolate ou a do sofrimento, mas a sua Páscoa, a da sua “libertação”, refletindo na sua transformação interior, a Páscoa da valorização da própria vida na certeza da imortalidade.

Boa Páscoa!