Quem somos...

Sakura Centro de Terapias Para poder realizar a sua Vida, na plenitude das suas capacidades, o Ser Humano tem o direito e o dever de se cuidar e de se preservar. Para tal, os cuidados preventivos, de tratamento e manutenção, com a Saúde, revestem-se de especial atenção. Sakura surge com o intuito de lhe oferecer um vasto leque de opções terapeuticas- bem estar, prevenção e tratamento

14 de novembro de 2012

Wabi-sabi...a vida é passageira

Wabi-sabi é a beleza das coisas imperfeitas, efêmeras, e incompletas. É a beleza das coisas modestas e humildes. É a beleza das coisas não-convencionais.

Os conceitos de wabi-sabi estão relacionados com os do Zen Budismo, uma vez que os primeiros japoneses envolvidos com wabi-sabi foram os mestres da cerimônia do chá, sacerdotes e monges que praticavam o Zen.

Wabi significa a beleza modesta, a simplicidade, a harmonia. Está presente na valorização e elogio da essência de todas as coisas. É a beleza presente nas coisas aparentemente simples, rústicas e não-convencionais.

Sabi contém o significado de beleza da imperfeição provocada pela ação do tempo e da natureza e também a própria impermanência.

Wabi Sabi é olhar para o mundo com uma certa melancolia de quem sabe que a vida é passageira e, por isso mesmo, bela.

12 de novembro de 2012

Meditação Pachamama Drum


A Meditação Pachamama Drum é uma sessão dinâmica com o propósito de facilitar o acesso a informação e orientação pessoal através da Meditação com o som do Tambor Xamânico.

Como funciona:

~Meditação Intenção, A intenção deste momento meditativo é focalizar o que pretende ver resolvido, dissolvido, arranjado, clarificado, solucionado na sua vida (pessoal, familiar, social e/ou laboral). Neste momento de introspecção os participantes vão poder entrar num estado uno com a sua essência, através do som do tambor xamânico, no qual lhes será dado a conhecer respostas, informações e/ou outros prismas do assunto que querem esclarecer. Quanto mais objectiva for a intenção, mais satisfatória será a meditação. 
(Obs.: prática meditativa na posição sentada)

~ Dança Meditativa; A intenção da Dança Meditativa é dirigir a concentração para a musicalidade do tambor xamânico. Os participantes são convidados a escolher um instrumento musical. Ao ouvirem uma sessão de música intuitiva, de venda nos olhos e de maraca / roca na mão, os participantes podem simplesmente “ser” a sua essência, num libertador estado de espírito sem constrangimentos ou julgamentos. 
O corpo ouve os sons e o corpo dança com os sons. E pode recordar, chorar, rir, saltar, abraçar, “estar lá, sem estar”. E pode tudo, porque está livre. E quem experiência a Dança Meditativa é guiado pela Pachamama para o seu interior, para do seu íntimo poder renascer. (Obs.: prática meditativa expressiva)

~Meditação Xamânica.A intenção da Meditação Xamânica é focar a atenção para o som monocórdico do tambor xamânico, com ritmo, melodia e harmonia muito característicos. Esta meditação guiada pela Pachamama é um método de relaxamento, introspecção, emersão vivencial e despertar; é uma oportunidade para “viver o momento” em comunhão e consciência de si mesmo, através dos 6 sentidos. (Obs.: prática meditativa na posição deitada)

Depois? Depois é tempo para verbalizarem o que o vosso corpo e a vossa alma vivenciou

~ Círculo de Partilha.Um a um, e respeitando a voz e o tempo de quem nas suas mãos tem o "Coração da Pedra Falante", os participantes são convidados a partilhar a sua vivência com a Meditação Pachamama Drum. (Obs.: prática meditativa na posição sentada)

Sejam bem-vindos! Vamos (re)começar?


Último sábado de cada mês - Sakura -Lavra
17h

Inscrições: 917433609 - sakura.centroterapias@gmail.com



10 de novembro de 2012

A PEDRA NO CAMINHO!


Conta-se que um rei, que viveu num país além-mar, há muito tempo, era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos ao seu povo.
Frequentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis. Mas tudo que fazia era para ensinar o povo a ser trabalhador e cauteloso.
Nada de bom pode vir a uma nação - dizia ele - cujo povo reclama e espera que outros resolvam seus problemas.
Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os problemas por conta própria.
Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois foi se esconder atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.
Primeiro veio um fazendeiro com uma carroça carregada de sementes que levava para a moagem na usina.
Quem já viu tamanho descuido? Disse ele contrariado, enquanto desviava sua carroça e contornava a pedra.
Por que esses preguiçosos não mandam retirar esta pedra da estrada?
E continuou reclamando da inutilidade dos outros, mas sem ao menos tocar, ele próprio, na pedra.
Logo depois, um jovem soldado veio cantando pela estrada. A longa pluma de seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia da sua cintura.
Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra e não viu a pedra, mas tropeçou nela e se estatelou no chão poeirento.
Ergueu-se, sacudiu a poeira da roupa, pegou a espada e enfureceu-se com os preguiçosos que, insensatamente, haviam largado aquela pedra imensa na estrada.
Então, ele também se afastou sem pensar uma única vez que ele próprio poderia retirar a pedra.
E assim correu o dia... 
Todos que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra no meio da estrada, mas ninguém a tocava.
Finalmente, ao cair da noite, a filha do moleiro por lá passou. Era muito trabalhadora e estava cansada, pois desde cedo andava ocupada no moinho, mas disse a si mesma:
Já está escurecendo, alguém pode tropeçar nesta pedra e se ferir gravemente. Vou tirá-la do caminho.
E tentou arrastar dali a pedra. Era muito pesada, mas a moça empurrou, e empurrou, e puxou, e inclinou, até que conseguiu retirá-la do lugar.
Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra. Ergueu-a. Era pesada, pois estava cheia de alguma coisa. Havia na tampa os seguintes dizeres: Esta caixa pertence a quem retirar a pedra.
Ela a abriu e descobriu que estava cheia de ouro.
O rei então apareceu e disse com carinho:
Minha filha, com frequência encontramos obstáculos e fardos no caminho.
Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles, se assim preferimos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam.
A decepção, normalmente, é o preço da preguiça.
Então, o sábio rei montou em seu cavalo e, com um delicado boa noite, retirou-se.

* * *

Redação do Momento Espírita

8 de novembro de 2012

Verdade


“Não acredite no que tiver ouvido; não acredite em tradições apenas por terem sido passadas de geração a geração; não acredite numa coisa porque é falada por muitos; não acredite meramente porque a declaração escrita de algum velho sábio es
tá sendo pronunciada; não acredite em conjecturas; não acredite na autoridade dos mais velhos ou de seus mestres.
Depois da análise e da observação, quando estiver de acordo com a razão e conduzir ao bem e ao benefício de todos, então acredite no que quer que seja e tente pô-lo em prática”.

BUDA SAQUIAMUNI